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sábado, 9 de julho de 2016

Programa Direção Segura autua 18 motoristas em Jales nesta sexta (08/07)

 Blitze de fiscalização da Lei Seca foram realizadas entre a noite de sexta madrugada de sábado, 9 de julho. Ao todo, 137 condutores foram submetidos ao teste do etilômetro


O Programa Direção Segura – ação coordenada pelo Detran.SP para a prevenção e redução de acidentes e mortes no trânsito causados pelo consumo de álcool combinado com direção – autuou 12 pessoas em operações de fiscalização da Lei Seca realizadas em Jales entre a noite de sexta (08) e a a madrugada do último sábado, 9 de julho.
Durante as blitze, realizadas nas avenidas João Amadeu e Alfonso Rossafa Molina, foram aplicados, ao todo, 137 testes do etilômetro (conhecidos por bafômetro).

Do total, 11 condutores foram autuados por embriaguez ao volante e terão de pagar multa no valor de R$ 1.915,40 e responder a processo administrativo junto ao Detran.SP para a suspensão do direito de dirigir por 12 meses.
Seis desses motoristas, além das penalidades acima, responderão na Justiça por crime de trânsito. Eles apresentaram índice a partir de 0,34 miligramas de álcool por litro de ar expelido no teste do etilômetro ou tiveram a embriaguez atestada em exame clínico realizado por médico-perito da Polícia Técnico-Científica. Se condenados, poderão cumprir de seis meses a três anos de prisão, conforme prevê a Lei Seca, também conhecida como "tolerância zero".

Outros sete condutores foram autuados de acordo com o artigo 277 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB) por terem se recusado a realizar o teste do etilômetro. Eles também receberão as mesmas penalidades.

Ação integrada – Lançado no Carnaval de 2013, o Programa Direção Segura integra equipes do Detran.SP, das polícias Militar, Civil e Técnico-Científica, e do Corpo de Bombeiros. Pela Lei Seca (lei 12.760/2012), todos os motoristas flagrados em fiscalizações têm direito a ampla defesa, até que a CNH seja efetivamente suspensa. Se o condutor voltar a cometer a mesma infração dentro

sexta-feira, 8 de julho de 2016

Cientista jalesense foi homenageado através de Moção de Aplauso

por Jaqueline Zambon
 
Foi discutida, votada e aprovada por unanimidade na Sessão Ordinária de quinta-feira, 7 de julho, a Moção de Aplausos nº 16/2016, de autoria da vereadora Pérola Maria Fonseca Cardoso, que manifestou os mais calorosos aplausos ao cientista jalesense Fernando Henrique de Sá por integrar o Projeto Sirius, o maior projeto científico do país.
 
De acordo com o documento, Fernando Henrique de Sá, um jovem cientista jalesense de apenas 27 anos, formado em escolas públicas, é um dos responsáveis pela implantação do maior projeto científico do país, o Projeto Sirius. Este projeto está sendo desenvolvido pelo Laboratório Nacional de Luz Síncroton, no Polo de Alta Tecnologia de Campinas e poderá transformar o Brasil em um dos líderes mundiais de aceleração de partículas, um conhecimento que poderá explicar a organização dos átomos para formar a matéria e envolve estudos nas áreas de física, química e biologia.
 
Através do documento, a Câmara de Jales manifestou aplausos e votos para que Fernando continue seus estudos e pesquisas e obtenha ainda mais êxitos na busca de conhecimentos tão fundamentais para toda a humanidade.
 

TIM inicia ação especial na Região para divulgar cobertura 4G

Líder em cobertura 4G no Estado de São Paulo, a TIM realiza entre os dias 04 e 11 de julho uma caravana em São José do Rio Preto e Região para promover os serviços de quarta geração, já disponível na região. Hoje, a operadora já conta com 153 municípios paulistas cobertos com a tecnologia e é líder em cobertura 4G. Até o fim do ano, mais de 500 cidades já terão o sinal liberado, alcançando cerca de 90% da população urbana do estado com este sinal da operadora.
 
Com o apoio de uma van, os consultores irão promover uma experiência de navegação e transmissão de dados diferenciada e ainda mais rápida para clientes e também para aqueles que não conhecem o serviço de alta velocidade em dados. Além disso, os usuários da operadora que já possuem um aparelho compatível com rede a LTE no país poderão efetuar gratuitamente a troca de chip 3G pelo 4G, podendo assim usufruir da tecnologia de ponta sem custos adicionais. A caravana inicia na segunda-feira (04) e deverá passar por Olímpia, Catanduva, São José do Rio Preto, Mirassol, Votuporanga e Jales, todas já com o 4G da TIM disponível. Além destas cidades, Álvares Florence, Ariranha, Cardoso, Colômbia, Fernandópolis, Gastão Vidigal, General Salgado, Macaubal, Magda, Monções, Neves Paulista, Nhandeara, Palestina, Paulo de Faria, Riolândia e Urupês também possuem a tecnologia de quarta geração. Ao longo dos próximos meses, cidades de todos os DDDs do Estado de São Paulo também receberão a visita da caravana 4G da TIM.
 
De acordo com o diretor comercial da TIM São Paulo, Daniel Pillmann, “Estamos vivendo um momento de transformação da companhia com foco na qualidade e na melhor experiência do usuário. Por isso investimos fortemente na ampliação da rede 4G em todo Estado de São Paulo. Nosso foco é redefinir a relação entre clientes e operadoras, com menos promessas e mais fatos. Estamos ouvindo os anseios e desejos do cliente e respondendo com honestidade e verdade. Isso para nós é fazer diferente, que é mais do que uma assinatura que adotamos este ano, mas sim uma verdade dentro da companhia”, afirma o diretor.
 
Para atingir a liderança na cobertura 4G, a TIM utilizou as vantagens do refarming, ou seja, o reaproveitamento da faixa de 1800 MHz dedicada ao 2G para a oferta do 4G que possui um alcance maior de cobertura do que a frequência utilizada pelo mercado (2,6 GHz). Pelo aplicativo Portas Abertas, gratuito, disponível nas lojas online para Android e IOS, qualquer pessoa com um smartphone pode facilmente saber qual a cobertura TIM em seu estado, cidade e até em sua rua; para isto, basta digitar o CEP. Hoje, a TIM acumula mais de 9,2 milhões de usuários 4G, ante 3 milhões no mesmo período de 2015, totalizando 28% do market share no Brasil.
 
Reposicionamento da marca
Além da maior cobertura 4G do Brasil, de planos mais simples e de novo portfólio de ofertas inovadoras e acessíveis, a TIM também reforçou ainda mais seu compromisso com respeito e transparência. Em abril deste ano, a operadora apresentou sua nova identidade com mudança do logo e reposicionamento no mercado a partir de uma nova visão no relacionamento com o cliente focado em atributos como inovação, pioneirismo, qualidade, coragem e transparência.
 
O novo conceito “Evoluir é fazer diferente” trouxe toda a história da TIM em sua essência, destacando a evolução da empresa no país e sua postura inovadora e pioneira, liderando diversos movimentos do mercado como a cobrança por chamada, o fim da tarifação diferenciada em ligações de longa distância e para outras operadoras e a tarifa fixa diária ou mensal para acesso à internet móvel.
 
 
Sobre a TIM
A TIM é a segunda maior operadora móvel do Brasil e tem como missão conectar e cuidar de cada cliente para que todos possam fazer mais. Sua assinatura – “Evoluir é fazer diferente” – destaca a evolução da empresa no país e sua postura inovadora e pioneira, liderando diversos movimentos do mercado.
A companhia busca uma nova relação com o consumidor, trabalhando com base nos pilares de inovação, qualidade e experiência do usuário. Uma prova desse compromisso é o investimento de R$ 14 bilhões destinado para a operação brasileira no triênio que vai até 2018, com foco, principalmente, em infraestrutura. A TIM é líder em cobertura 4G no Brasil, alcançando 60% da população urbana do país em 439 cidades.
A TIM é ainda a única empresa do setor de telecomunicações no Novo Mercado da BM&FBOVESPA, reconhecido como nível máximo de governança corporativa, além de fazer parte também do Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE) e do Índice de Carbono Eficiente (ICO2). Vale ressaltar também as iniciativas do Instituto TIM (www.institutotim.org.br), que buscam criar e potencializar recursos estratégicos para a democratização da ciência e inovação no Brasil.

quarta-feira, 6 de julho de 2016

Polícia Militar Ambiental realiza Operação “Pan Amazônica VI”


 
Major PM Fabiano Ferreira do Nascimento, Comandante Interino  do 4° Batalhão de Policia Ambiental está informando que neste domingo 03 de julho, foi desencadeada a Operação Pan Amazônica VI, com o objetivo de fiscalizar produtos florestais de origem nativa, transportados pelo modal rodoviário e, consequentemente, contribuir para a prevenção e repressão da exploração ilegal de tais produtos.
A Operação foi encerrada nesta terça-feira, 5 de julho, às 22 horas, e contou com o efetivo de 140 Policiais Militares Ambientais utilizando 48 viaturas, distribuídos em patrulhas nos principais eixos rodoviários da região norte e noroeste do Estado, para vistoria dos veículos de transporte, havendo a cooperação do Instituto Florestal de São Paulo (para a análise microscópicas do produto), do Policiamento Rodoviário (para a disponibilidade das Bases Operacionais e apoio para as abordagens dos veículos), Departamento de Estradas e Rodagem – DER e Concessionária Triângulo do Sol Auto Estradas.
O produto fiscalizado passava por controle quantitativo (volume) e qualitativo (espécie), de acordo com as informações constantes no Documento de Origem Florestal (DOF), de porte obrigatório e também submetido a exame de veracidade, mediante consultas aos bancos de dados oficiais.
Como resultado, foram fiscalizados 36 caminhões de transporte de madeiras, cerca de 32,14 metros cúbicos de madeira em situação irregular foram apreendidos, 39 (DOF) Documentos de Origem Florestal  fiscalizados, um destes apreendido sendo lavrados 02 autos de infração ambiental por transporte irregular de produtos e subprodutos florestais, totalizando R$9.417,00 em multas.
Em que pese o número de autuações e apreensões não ter resultado elevado, isso denota o trabalho preventivo desenvolvido por meios das reiteradas fiscalizações executadas pela Polícia Ambiental no modal rodoviário na região abrangida pela Unidade, contribuindo desta maneira para o efetivo combate dos atos de degradação ambiental.
 
 
 
 
 
 

Polêmica, Patricia Jordane é a nova modelo do Bella da Semana

 

Basta jogar o nome de Patricia Jordane no Google que aparecem várias notícias sobre o suposto envolvimento da modelo de 23 anos com o jogador Neymar.


A polêmica foi grande com relação ao assunto, que repercutiu internacionalmente sem muito esforço. Rumores à parte, a morena de lábios carnudos e olhar sensual tirou a roupa para o site Bella da Semana, e a primeira parte do ensaio de Patricia publicada nesta quarta-feira, 6 de julho.

Nascida em Belo Horizonte (MG) e moradora da cidade de São Paulo (SP), ela segue uma dieta regrada e treina pesado na academia para manter o corpão. Patricia diz não ter problema com a nudez. O preconceito na carreira, para ela, existe "a partir do momento em que se é bonita."
Antes da publicação do ensaio, ela manda um recado todo especial aos fãs: "gostaria de mandar um beijo para todos os assinantes e àqueles que acompanham o site. Espero que gostem do meu ensaio. Foi feito com muito carinho e sensualidade para vocês."
As fotos são de Alex Ribeiro.

Plantação com 25 mil pés de maconha é achada na zona rural de Franca, SP

 

Após troca de tiros, policiais prenderam homem que fazia a vigilância do local. Plantas renderiam 2 toneladas de drogas caso não destruídas, diz delegado.


 
Imagem aérea mostra extensão da plantação de maconha (Foto: Reprodução/EPTV)
Ao todo, 25 mil pés de maconha foram destruídos em Franca (Foto: Reprodução/EPTV)


Do G1 Ribeirão e Franca

Uma plantação com 25 mil pés de maconha foi descoberta e destruída pela Polícia Civil na zona rural de Franca (SP). Um homem que fazia a vigilância do local foi preso e outro conseguiu fugir. Segundo a Polícia Civil, as plantas renderiam duas toneladas da droga.

O delegado Eduardo Lopes Bonfim explicou que o local foi encontrado a partir de uma investigação iniciada em outubro de 2014, quando outra plantação foi achada nas imediações do Jardim Aeroporto.

"A gente tinha notícias de que a mesma pessoa que seria dona daquela plantação estaria plantando nesse local, então nós começamos a fazer uma varredura há alguns meses e na data de ontem encontramos e montamos uma campana no local", afirmou.

Na tarde de terça-feira (5), dois homens faziam a vigilância dos pés de maconha, quando foram surpreendidos pelos investigadores. Houve troca de tiros e um deles conseguiu fugir por uma mata próxima ao local. O outro suspeito, de 31 anos, foi preso.

Um revólver calibre 38 e uma espingarda CBC 38 foram apreendidos. Bonfim afirmou que a quadrilha possuía estrutura para manter a plantação, com bomba d’água e mangueiras, além de um laboratório para secagem da droga.

"Na primeira colheita, eles conseguiram cerca de 100 gramas [de maconha] por pé. Conforme a planta fosse crescendo, esse número vai dobrando, podendo chegar a na faixa de uma tonelada e meia, até duas toneladas de maconha", disse.

O delegado não descartou a hipótese de que o grupo mantenha outras plantações semelhantes na região. O suspeito preso responderá por tráfico de drogas, associação para o tráfico e tentativa de homicídio.

"Há pessoas financiando isso tudo, não é barato manter uma plantação dessas. Então, com certeza tem mais pessoas envolvidas nisso. Nós estamos tentando identificar o outro rapaz que estava no local e os demais suspeitos", afirmou.


 


Edinho Araújo e Balei Rossi são recebidos pelo ministro Ricardo Barros



Nesta terça-feira, 5 de julho, o ministro Ricardo Barros, da Saúde, recebeu em audiência os deputados federais Edinho Araújo e Baleia Rossi (fotos), ambos do PMDB, designados pelo presidente da República interino Michel Temer, para tratar no Ministério da Saúde do credenciamento do Hospítal de Câncar de Barretos Unidade III Jales e da Unidade de de Fernandópolis junto ao Sistema Único de Saúde (SUS) (crédito das fotos Rondon Vellozo/MS)

MPF/SP denuncia oito pessoas por fraudes milionárias nos fundos de pensão dos Correios

Esquema de superfaturamento de títulos gerou prejuízos superiores a US$ 140 milhões ao Postalis; ex-presidente da entidade e executivos estão entre os acusados
 
O Ministério Público Federal em São Paulo denunciou oito pessoas envolvidas em fraudes que geraram prejuízos milionários ao Postalis, o instituto de previdência complementar dos servidores dos Correios. O esquema se baseou na negociação de títulos superfaturados no mercado de capitais. As irregularidades, cometidas entre 2006 e 2011, causaram rombo de mais de US$ 140 milhões aos cofres do fundo de pensão, o que equivale a aproximadamente R$ 465 milhões, em números atuais. A maior parte do montante foi revertida aos acusados na forma de comissões.
 
Entre os crimes praticados estão organização criminosa, gestão fraudulenta, apropriação ilegal de recursos financeiros e indução de investidores a erro. A transação dos títulos se deu por meio de duas corretoras, a Latam Investments LLC e a Delta Equity Services Corporation, ambas sediadas nos Estados Unidos. As companhias compravam títulos no mercado internacional e os revendiam aos fundos ligados ao Postalis com preços muito acima dos valores reais.
 
O esquema, juntamente com outras fraudes, levou ao atual rombo de R$ 4,09 bilhões nos fundos de pensão, segundo dados do Plano de Equacionamento do Déficit 2014, aprovado em março deste ano. Por conta do desfalque, os servidores dos Correios participantes do plano de previdência, bem como aposentados e pensionistas, estão desde maio arcando com a cobrança extraordinária de 17,92%. O desconto no contracheque poderá ser aplicado até julho de 2039.
 
ENTENDA O CASO. O mentor do esquema era o vice-presidente de renda fixa da Latam, Fabrizio Dulcetti Neves. No Brasil, Fabrizio era sócio majoritário da Atlântica Administração de Recursos. A companhia, com sede em São Paulo, gerenciava os fundos de investimento do Postalis denominados Brasil Sovereign II, constituído em 2006, e Real Sovereign, em operação a partir de 2008. Até 2010, a Latam era a corretora contratada da Atlântica para a execução e a liquidação de transações no exterior. Naquele ano, a empresa deu lugar à Delta na prestação do serviço.
 
As fraudes foram executadas com o uso de offshores ligadas a Fabrizio e a seus sócios na Atlântica, Leandro Ecker, André Barbiere Perpétuo e Cristiano Arndt, que faleceu recentemente e, por isso, não foi denunciado. A consumação das fraudes contou também com a intermediação da sogra de Fabrizio, Mercedes Monteiro, que igualmente titularizava offshore envolvida nas negociações com os títulos adquiridos pelo Postalis. Após as corretoras norte-americanas comprarem títulos no mercado mobiliário a preços correntes, os ativos eram repassados a essas empresas de fachada instaladas em paraísos fiscais, que então os revendiam aos fundos de investimento do Postalis por valores artificialmente elevados.
 
COMISSÕES. Só entre 2006 e 2009, os executivos receberam gratificações que totalizam US$ 35,5 milhões, calculadas sobre o valor em excesso das transações. O montante é totalmente incompatível com os prêmios pagos a agentes do mercado financeiro. As autoridades norte-americanas perceberam as manobras e constataram que as operações foram concebidas com o único objetivo de gerar as comissões, prática conhecida como "churning". Estima-se que o esquema tenha causado desfalques ao Postalis de quase US$ 63 milhões até 2010.
 
"Restou claro o objetivo fraudulento das negociações realizadas com os ativos de crédito privado no exterior, antes de seu ingresso nas carteiras dos dois fundos de investimento, inexistindo justificativa lógica ou aceitável para os aumentos exorbitantes nos preços de negociação dos títulos. Estes, ademais, redundaram em lucros substanciais a pessoas que justamente tinham o poder de influenciar as decisões de investimento dos fundos", escreveu a procuradora da República Karen Louise Jeanette Kahn, autora da denúncia.
 
OUTROS DENUNCIADOS. O então presidente do Postalis, Alexej Predtechensky, também foi denunciado por participação no esquema. Além de não fiscalizar nem impedir as fraudes, ele foi destinatário de parte dos recursos desviados. As investigações mostraram que Predtechensky era o titular de uma das offshores envolvidas nas transações, constituída com o auxílio de Fabrizio. Ao menos US$ 3,9 milhões foram depositados na conta da empresa.
 
Também fazem parte da denúncia a esposa de Fabrizio, Laura Neves, e o então diretor financeiro do Postalis, Adilson Florêncio. Assim como o presidente, Florêncio foi omisso ao permitir a movimentação irregular de recursos do fundo de pensão. Já Laura é apontada como proprietária de pelo menos uma conta bancária que recebeu quantias das operações fraudulentas.
 
Completa o rol de denunciados o administrador de carteiras da BNY Mellon, José Carlos Lopes Xavier de Oliveira. A companhia atuou em conjunto com a Atlântica para a valoração artificial de ativos. Entre 2008 e 2009, José Carlos foi o responsável pelo prejuízo de quase R$ 6 milhões ao Postalis na negociação de papéis emitidos pelo banco alemão Commerzbank. Os títulos, adquiridos pela Atlântica por R$ 6,2 milhões, foram vendidos meses depois por apenas R$ 300 mil.
 
TÍTULOS DA DÍVIDA. Outra etapa das fraudes ocorreu entre 2010 e 2011, quando a Atlântica vendeu toda a cota de títulos da dívida externa brasileira das carteiras para adquirir ativos privados superfaturados no mercado de capitais. O negócio contrariou o regulamento dos fundos ligados ao Postalis, que previa o investimento mínimo de 80% dos recursos em papéis da dívida externa da União, e causou um desfalque superior a US$ 79 milhões ao instituto de previdência complementar. Os títulos comprados se referiam às dívidas da Argentina e da Venezuela. A Atlântica pagou US$ 120,4 milhões, mas os preços de emissão somavam pouco mais de US$ 41,3 milhões. As investigações demonstraram a participação de Fabrizio Dulcetti Neves em todas as fases dessa operação.
 
O número processual é 0008115-81.2014.403.6181. A tramitação pode ser consultada em http://www.jfsp.jus.br/foruns-federais/.
 

Ministério investirá R$ 200 milhões na primeira infância

 Recurso será usado no desenvolvimento de crianças de 0 a 3 anos do Programa Bolsa Família

O Ministério do Desenvolvimento Social e Agrário (MDSA) investirá R$ 200 milhões, neste ano, para promover o desenvolvimento humano de crianças beneficiárias do Programa Bolsa Família, entre zero e três anos. O anúncio foi feito pelo ministro Osmar Terra (foto) durante participação no IV Seminário Internacional Marco Legal da Primeira Infância, na tarde desta terça-feira (5).

"Uma criança negligenciada e maltratada nesses primeiros anos terá problemas para o resto da vida. Elas podem desenvolver um estresse permanente. As crianças não podem esperar. Queremos que este programa esteja andando em agosto", destacou.

Terra ressaltou que os programas governamentais devem ter como perspectiva o apoio às famílias. "A criança precisa do adulto em todas as circunstâncias de sua vida. Então, o mais importante é olhar para quem cuida destas crianças. Precisamos trabalhar com a família, que deve ser educada para estimular melhor os seus filhos", acrescentou.

O ministro falou ainda da importância da visita domiciliar e da capacitação dos visitadores para que o atendimento seja de qualidade. "Nas casas percebemos como se estabelecem as relações. Temos que ter visitadores que fiquem mais tempo com as famílias, que percebam as situações não identificadas num consultório", salientou.

Para Terra, é fundamental acompanhar e avaliar as políticas públicas para o bom desenvolvimento do programa. "Monitorar o desenvolvimento infantil é um compromisso com o resultado".

Marco Legal - A diretora da China Development Research Foundation, Mary Young, elogiou o Marco Legal para a Primeira Infância. "O marco é histórico e serve de exemplo para outros países. É preciso agora assegurar a qualidade dos programas para a primeira infância".

Segundo a diretora, os primeiros três anos de vida são os mais vulneráveis. "As crianças são a base para todo o desenvolvimento sustentável. Elas têm o direito de prosperar, de desenvolver o seu pleno potencial e viver num mundo sustentável", acrescentou.

 
Foto: Patrick Grosner/MDSA

terça-feira, 5 de julho de 2016

Anos 2000: O milênio das mulheres



Empresária abandona formação em T.I. para se dedicar ao empoderamento feminino

Gisele Soares trabalha despertando o desejo das mulheres em si mesmas. Psicóloga? Ginecologista? PersonalTrainer? Conselheira sexual? Não, Gisele é fotógrafa. Através de sua empresa, a Por Elas, a empreendedora capta os melhores momentos da vida da mulher, desde a debutante adolescente e seus sonhos, ao ensaio fotográfico sensual da mulher madura e realizada, para presentear o marido.
Casada, com 38 anos, mãe de um filho de 7, e formada na área tecnológica, Gisele trabalhou por muitos anos para empresas de ampla visibilidade nacional e internacional, como a Shell e o McDonalds. Porém, incomodada, com vontade de mudar e sair do comum, Gisele e seu marido, o fotógrafo Luiz Luz, decidiram migrar suas atividades para a fotografia, e transformar o que antes era só um hobby, em suas vidas profissionais. No ramo há seis anos, e mesmo atuando com sucesso, Gisele ainda sentia que podia fazer mais.
Em 2013, e empresária foi escolhida para participar do programa “10.000 Mulheres”, patrocinado pelo banco Goldman Sachs. Um curso intensivo focado em Gestão Empresarial, que tem como missão estender a formação em negócios para dez mil mulheres no mundo. Com grande networking entre mulheres de diversos segmentos, inclusive fotografia, a experiência, não só valeu como profissional, mas também lhe abriu as ideias para finalmente fazer diferente e iniciar um projeto que lhe encantasse: o de encantar outras mulheres
O Por Elas vai além da fotografia. Inspira beleza, empoderamento e feminilidade. Através da fotografia, Gisele trabalha a autoestima, a autoconfiança e o amor próprio feminino, extraindo lá de dentro aquela beleza escondida; o prazer em ser quem é, independente de idade, formas ou medidas.  Os ensaios são no estilo da mulher, valorizando o que ela tem de melhor. Lidar com mulheres, em sua natureza, já não é uma tarefa fácil. Trabalhar sua autoestima é mais complexo ainda. Para isso, Gisele buscou se especializar, amadurecer o projeto. Participou de cursos, eventos, estuda frequentemente e está sempre atenta às formas de crescer mais e se aperfeiçoar.  E para ir ainda mais longe, atender à todas as vontades femininas – que não são poucas – Gisele lançará em breve uma loja virtual de lingeries e acessórios femininos.
Todas as principais mudanças, começam de dentro para fora. A auto aceitação é imprescindível, ser confiante no que faz, em quem é, e aprender a se amar, pode te levar a caminhos incríveis. Nós mulheres, precisamos nos ajudar, erguer umas às outras, compartilhar nossas histórias e criar novas. Tenho certeza, que após um ensaio como esse, e a percepção do quão linda você é, a sua maneira, do seu próprio jeito, irá mudar a sua vida. E a da Gisele também.


Manoel Francisco Pereirta

Manoel Francisco Pereira, falecido no dia 28 de junho de 2016, aos 84 anos de idade. Residiu na região exercendo atividades no comércio depois de mostrar-se valente trabalhador do sertão, desde a primeira década de existência da cidade de Jales. Enfrentou desafios e os afazeres mais pesados dos campos e da roça. Vindo para a cidade, trabalhou no comércio como seleiro e depois sendo proprietário do Bar Ipiranga (esquina do Posto Ipiranga), Bar dos Motorista (atrás da igreja) e finalmente Bar da Botcha, na rua oito.
Nessa pesarosa despedida, Manoel deixou viúva a Sra. Jacira Mendes de Seixas, filhas: Alice Seixas Pereira, Ana Maria Seixas Pereira, netas: Francine Seixas Ferreira, Loraine Seixas Ferreira, Mariana Pereira Balaguer e o Bisneto Alexandre Seixas Tosta.

Farol aceso durante o dia passa a ser obrigatório a partir de quinta-feira (7)

Lei alterou o Código Brasileiro de Trânsito e período de adaptação está terminando.
A partir do dia 7 - próxima quinta-feira - passa a ser obrigatório acender o farol baixo também durante o dia em todas rodovias

 
São Paulo, 04 de julho de 2016. A ARTESP (Agência de Transporte do Estado de São Paulo) alerta os motoristas sobre a vigência da lei que determina o uso do farol durante o dia para garantir mais segurança nas rodovias. Dia 07 de julho, próxima quinta-feira, termina o período de adaptação à nova regra e será obrigatório dirigir nas estradas com o farol baixo aceso também durante o dia. A Lei 13.290, que alterou o Código Brasileiro de Trânsito, foi publicada no Diário Oficial da União no final de maio com prazo de 45 dias para adaptação à mudança.

 Desde então, as empresas do Programa de Concessão Rodoviária do Estado de São Paulo, fiscalizado pela ARTESP, e a Polícia Rodoviária vêm orientando os motoristas nas praças de pedágios e com mensagens exibidas nos painéis eletrônicos instalados em vários trechos dos 6,4 mil quilômetros de rodovias da malha concedida.

 A partir do dia 07 de julho, o motorista que não acender o farol baixo nas estradas ficará sujeito a penalidades. O descumprimento será considerado infração média, que prevê multa de R$ 85,13 e perda de 4 pontos na carteira de habilitação. A mudança não altera as regras para motociclistas, já obrigados por lei ao uso do farol baixo aceso durante o dia e à noite. 

 O uso de farol baixo nas estradas já era exigido durante a noite e madrugadas e em túneis. Autoridades de segurança viária passaram a recomendar a extensão também do farol baixo aceso durante o dia como forma de prevenir e reduzir acidentes. O gerente de Segurança e Sinalização da ARTESP, Carlos Campos, diz que a nova regra deve ser compreendida como instrumento para garantia de mais segurança.

A lei contribui para a segurança do motorista e do pedestre. O que ela faz é aumentar a visibilidade do veículo, quando ele se desloca na rodovia. E o veículo sendo mais visível, permite que outros veículos o enxerguem antes do que o enxergariam se ele estivesse com farol apagado. Também pedestres, que estejam próximos da rodovia, vão poder enxergá-lo antes e, enxergando antes, vão poder reagir e tomar decisões em função de tê-lo percebido antes, explica.

 Desde o final de maio, também a Polícia Militar Rodoviária está instruindo os motoristas a acionarem a luz baixa do farol em qualquer rodovia estadual ou federal. Pela alteração aprovada, os motoristas devem acender o farol baixo inclusive nas rodovias que cortam trechos urbanos e em túneis com iluminação.

 Embora essa lei seja voltada para o tráfego durante o dia nas rodovias, ela é uma medida que vai beneficiar o motorista toda vez que ele estiver se deslocando. A recomendação é que ele acenda o farol também na cidade e que crie esse hábito. O que a gente sugere é o motorista ao ligar o carro e colocar o cinto de segurança, já acenda também o farol.  Usando o farol na cidade, vai se habituar a usar também na estrada e assim diminuir a possibilidade de trafegar por qualquer rodovia com o farol apagado. É um bom hábito. Só vai contribuir para a segurança do motorista e da família dele. Ele não vai perceber quando o farol o ajudou. Mas precisa ter consciência de que é isso é importante para que as pessoas o percebam na rodovia; recomenda Carlos Campos.

 Frequentemente a ARTESP divulga recomendações sobre os meses em que há maior incidência de neblina nas rodovias e os trechos que ficam comprometidos com o fenômeno climático. Antes mesmo da discussão sobre a alteração na lei, a recomendação já era de se manter o farol baixo aceso durante o dia para ver e ser visto mais facilmente e assim vencer os trechos com neblina com maior segurança.

 Um exemplo: se tiver um veículo de emergência com giroflex ligado, ele será visto mais rapidamente. Não se enxerga o veículo, mas se enxerga o giroflex. O veículo com farol aceso é a mesma coisa. Dependendo da paisagem urbana, o carro se confunde com a pista, com o ambiente que ele está.  Se for um carro com cor mais neutra, ele se confunde muito facilmente. O farol vai chamar atenção. Ele vai ser visto com antecedência muito maior e isso aumenta o tempo e as chances na a tomada decisões,  completa o gerente de Segurança e Sinalização da ARTESP.

 O número de mortes nas rodovias estaduais sob concessão em São Paulo teve queda de 23% em 2015 na comparação com o ano anterior. O levantamento feito pela Agência de Transporte do Estado de São Paulo com base nos dados da Polícia Rodoviária Estadual e do Movimento Paulista de Segurança no Trânsito mostrou, também, redução de 10,1% na quantidade de acidentes e de 11,1% nos casos de vítimas feridas nos 6,4 mil quilômetros da malha concedida. O resultado representa um importante avanço no sentido de alcançar o patamar estabelecido pela ONU para redução de acidentes de tráfego e trânsito, mas é que cada motorista colabore, dirigindo com responsabilidade.

 A ARTESP e as concessionárias de rodovias paulistas desenvolvem diversas ações educativas para melhorar a segurança no trânsito, além dos investimentos feitos diretamente na infraestrutura rodoviária. Na campanha Dê Preferência à Vida desenvolvida mais recentemente, insiste na importância do uso do cinto de segurança.  Use o cinto de segurança e certifique-se que todos no carro se conectem o equipamento, inclusive no banco traseiro, acenda os faróis baixos, respeite os limites de velocidade e a sinalização e mantenha distância segura do veículo da frente. Dê preferência à Vida!

Senador Aloysio Nunes traça panorama sobre a política e a economia em Votuporanga

Convite foi feito pelo deputado Carlão Pignatari, que reuniu lideranças na ACV

 
Em palestra na Associação Comercial de Votuporanga (ACV), o senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB) traçou um panorama sobre a situação política e econômica que o Brasil atravessa, pontuando as crises e o remédio aplicado pelo presidente em exercício Michel Temer para tirar o País do caos. 

O senador foi convidado para vir a Votuporanga pelo deputado estadual Carlão Pignatari, líder da Bancada do PSDB na Assembleia Legislativa, e foi recepcionado também pelo prefeito Junior Marão, prefeitos da região, vereadores, pré-candidatos a prefeito, empresários industriais e comerciantes e representantes de clubes de serviço. Também marcou presença o secretário estadual de Desenvolvimento Social, Floriano Pesaro.

Aloysio iniciou sua exposição, comentando sobre a possibilidade do impeachment da presidente afastada Dilma Rousseff se concretizar. Para ele, trata-se de um processo irreversível, já que nenhum senador vai querer ser o vilão da volta de Dilma ao comando do País. 

O senador comentou a situação se tornou insustentável porque para se reeleger, ela e sua equipe pregaram muitas mentiras, provocando um caos na economia, o que culminou com a perda drástica da credibilidade e da governabilidade.

Para Aloysio, o governo petista mostrou um esquema industrial de corrupção, solapando a Petrobras, a Eletrobras, os fundos de pensão e, mais recentemente, o caso de desvio de recursos dos empréstimos consignados a aposentados.

Discorreu que ao longo de 2015, Dilma foi perdendo apoio de forma avassaladora, principalmente porque não conseguiu cumprir o que prometera em campanha. "Ficou sem sustentabilidade política para governar. E de uma coisa tenho certeza: não vai voltar. No Senado, temos votos suficientes para cassá-la", sustenta.

Quanto a Temer, Aloysio disse que ele tem a legitimidade constitucional para ocupar o cargo, porém precisa conquistar a legitimidade do mandato. "Enquanto ele não for efetivado, não pode implementar soluções definitivas e isto leva incertezas a investidores", ressaltou.

Falou ainda sobre a meta fiscal de 4,5% e do déficit público em torno de R$ 165 bilhões. "Tem que ter realismo, mostrar para o país onde estamos para alcançarmos o equilíbrio fiscal". Para Aloysio, a despesa pública tem um aumento médio de 6% acima da inflação todo ano.

O senador comentou que um dos maiores problemas e que fizeram com que o País chegasse ao fundo do poço foram as desonerações tributárias sem acompanhamento. A renúncia fiscal, de acordo com ele, provocou um rombo nos cofres públicos. Além disso, acrescentou, os Estados estão aí, de chapéu na mão, pedindo prazos para pagar suas dívidas com o Governo Federal.

Analisou que, para que se chegue ao equilíbrio desejável, o governo precisa aplicar medidas de microeconomia, como o combate à guerra fiscal; elaboração de um projeto bem estruturado para reformar a Previdência Social, porque, como está, não haverá condições de suportar, já que o dinheiro que se arrecada com os trabalhadores da ativa não é suficiente para pagar as despesas com os inativos.

"Precisamos, também, fazer uma reforma política ampla, após o impeachment, porque o sistema atual está falido. Não é determinando o tamanho de placas de propaganda que vamos regulamentar a política; é preciso que haja mudanças drásticas", disse.

O senador Aloysio ainda respondeu a diversas perguntas do auditório, tendo como destaque a decisão do ministro Dias Tófoli, do Supremo Tribunal Federal (STF) que livrou o ex-ministro Paulo Bernardo da cadeia. Para Aloysio, a decisão de Tófoli foi calcada no aspecto de que Bernardo não oferece perigo à sociedade, nem tem como destruir provas ou fugir do país, portanto, não precisa ficar preso. 

O senador Aloysio Nunes é presidente da Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional do Senado, que atualmente analisa as novas regras para atuação de órgãos de inteligência. Recentemente, foi indicado por Michel Temer para ser o líder do governo no Senado.

Para o deputado Carlão Pignatari, foi muito proveitosa a vinda do senador Aloysio, porque pode esclarecer, com muita propriedade, aspectos da situação política e econômica do país. "É um assunto complexo, porém bem explicado, como fez o senador Aloysio, deu para todo mundo entender bem", avaliou Carlão.


Tiago Gussi e Mayara Barreto são eleitos Mister Rodeio Brasil e Musa do Rodeio Nacional 2016

 
Tiago é o sexto Mister e Mayara é a quarta musa do concurso
 

           
Tiago Gussi e Mayara Barreto participaram de uma seletiva online, no mês de junho, promovida pela organização do Concurso Nacional da Beleza Country e ficaram entre os três finalistas nas categorias masculino e feminino. No último sábado (02), eles receberam as faixas em Barretos, São Paulo, e se consagraram Mister Rodeio Brasil e Musa do Rodeio Nacional 2016, respectivamente.
            O eleito Mister Rodeio Brasil 2016 é da cidade de Umuarama, Paraná, e disputou o titulo com outros dois rapazes paulistas. Já a nova Musa do Rodeio Nacional é de Campinas, São Paulo, e concorreu com uma garota de Minas Gerais e outra de Goiás. Eles sucedem a
            O homem mais belos dos rodeios brasileiros tem 22 anos, e, além de modelar, trabalha como técnico em telecomunicação e seu objetivo é ser engenheiro. Sua dupla sertaneja preferida é Jorge & Matheus e diz adorar viajar. "Foi como entregar um doce a uma criança", falou sobre a sensação de saber que receberia o título.
            "São seis anos de rodeio e irei fechar com chave de ouro", disse a bela morena, de 24 anos e 1,75 de altura, que já foi Rainha da Festa do Peão de Indaiatuba 2013,Miss Simpatia do Rodeio Show de Jaboticabal 2013, Rainha do Rodeio de Jaguariúna 2014 e 2ª Princesa da Expoartur 2015. Sua dupla sertaneja preferida é Pedro Paulo& Alex. Mayara é formada e fisioterapeuta mas atua como supervisora comercial de uma empresa especializada em frotas.
            No sábado, na capital country do Brasil, eles participaram de uma sessão fotográfica com o fotógrafo João Sane Malagutti no Parque do Peão e no Barretos Country Hotel e Acqua Park. O Mister e a Musa usaram trajes e chaparreira do estilista barretense Marcelo Ortale e trajes de banho de Summer Bali Moda Praia. O concurso conta com o apoio da DW3 Sites e Aplicativos, Perseus Magazine, Agência Guaraná Models e do North Shopping Barretos.
Fotos: João Sane Malagutti

Servidores do Incra/SP protestam contra nomeação de indicado por Paulinho da Força e Zé Rainha




Os servidores da Superintendência do Incra de São Paulo protestam nesta terça-feira (5) contra o aparelhamento político do órgão, em razão da nomeação de Alexandre Pereira da Silva, filho de Paulinho da Força (SDD) – publicamente apoiador do líder sem-terra José Rainha Junior – para o cargo de superintendente regional do Incra/SP. A nomeação foi publicada nesta segunda-feira (4), no Diário Oficial da União (DOU).
As representações dos servidores – Sindsef/SP (Sindicato dos Trabalhadores no Serviço Público Federal do Estado de São Paulo) e SindPFA /SP (Sindicato Nacional dos Peritos Federais Agrários/SP) – consideram absurda a influência política de Zé Rainha no Incra/SP já que este tem em seu currículo uma condenação pela Justiça Federal a 31 anos de prisão, na investigação denominada Operação Desfalque, da Polícia Federal.
Além disso, em fevereiro deste ano, a Frente Nacional de Luta (FNL), movimento liderado por Zé Rainha, depredou as dependências do Incra de São Paulo, deixando um prejuízo de mais de R$ 1 milhão aos cofres públicos, além de quase um mês de serviços paralisados e danos irreparáveis aos arquivos institucionais. Aquela invasão tinha como principal objetivo a indicação de um novo superintendente para o Instituto.
No mês passado, as entidades representativas do Incra/SP realizaram eleições para a indicação de nomes com perfil técnico ao cargo de superintendente regional. A medida levou em conta o Decreto 3.135/99 que prevê a escolha de superintendente regional a partir de uma lista tríplice composta por nomes de carreira com perfil qualificado. A lista dos indicados – Arilzo Forte, Sonia da Silva Rodrigues e Renato Medeiros - foi encaminhada ao presidente do Incra que, sem nenhuma justificativa, não acolheu nenhum dos nomes indicados pelos servidores. O escolhido foi  Alexandre Pereira da Silva, filho de Paulinho da Força, cujo currículo não apresenta nenhuma experiência administrativa e conhecimento técnico referente às políticas publicas de reforma agrária e ordenamento fundiário que o credencie para ocupar o cargo.
Fotos divulgação

segunda-feira, 4 de julho de 2016

MPF investiga mau uso de recursos federais em urbanização de bosque há muito tempo abandonado em Jales/SP

Município recebeu R$ 146 mil para recuperação do espaço; mais de sete anos depois, local segue inativo, tomado pela vegetação e com obras inacabadas (foto Cardosinho)
 
O Ministério Público Federal em Jales, no interior de São Paulo, instaurou inquérito civil para apurar o mau uso de recursos federais destinados ao município para a urbanização do bosque municipal "Aristóphano Brasileiro de Souza". Em 2008, a Prefeitura firmou convênio com o Ministério do Turismo, no valor de R$ 146 mil, para recuperação do espaço. Contudo, inspeção realizada pelo MPF revelou que o bosque encontra-se inativo e em situação de abandono.
 
Questionada pela Procuradoria, a Prefeitura de Jales informou que o repasse dos recursos foi executado integralmente e houve prestação de contas à Caixa Econômica Federal. Além disso, relatou que abriu um procedimento administrativo visando a manutenção, reabertura e funcionamento do bosque.
 
De acordo com a Secretaria Municipal do Meio Ambiente, o espaço necessita de limpeza e corte da vegetação, que invadiu as trilhas e áreas de entorno. A pasta também afirma que serão deslocados servidores para o trabalho no local, de forma que o bosque em breve estará com condições de visitação. Já o conserto de sarjetas e alambrados, portaria e banheiros são de responsabilidade da Secretaria Municipal de Obras e Serviços Públicos, que ainda não se manifestou.
 
O MPF busca identificar as razões do esquecimento e da inatividade do bosque "Aristóphano Brasileiro de Souza", bem como verificar a execução efetiva do convênio firmado com o Ministério do Turismo. "A manutenção de obras inacabadas e em estado de abandono, além de gerar danos ao patrimônio público, prejudica a população que fica privada de sua utilização", destaca a portaria de instauração do inquérito.