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quinta-feira, 24 de dezembro de 2015

Visita do Papai e Mamãe Noel conclui Semana Natalina da Santa Casa de Votuporanga

Eles passaram pela Pediatria, ala José Delgado e Pronto Socorro, entregando brinquedos para as crianças



Música instrumental, coral e entrega de presentes foram as atividades que proporcionaram um diferencial no atendimento dos pacientes internados na Santa Casa de Votuporanga nos últimos dias. O Hospital concluiu nessa quarta-feira, dia 23, a Semana Natalina com a presença do Papai e Mamãe Noel, que passaram pela Pediatria, ala José Delgado e Pronto Socorro, entregando brinquedos para as crianças.
O pequeno Raj, de 5 anos, ficou emocionado com a presença do Papai e Mamãe Noel. “Achei muito bonito, gostei bastante da vinda deles. Espero todos os anos e fiquei feliz dele me visitar no Hospital”. O pai, Reginaldo Almeida, cita que o sorriso no rosto do filho foi instantâneo. “É uma surpresa muito grande, ele se alegrou no momento que eles apareceram. Agradecemos a Instituição por essa ação, é importante para os pacientes, principalmente, para as crianças.”
A Semana Natalina é coordenada pelo Grupo de Humanização e tem como meta promover a humanização em todos os setores, melhorando a qualidade do atendimento e o acolhimento dos pacientes. “O evento já é tradicional e tem o objetivo de comemorar essa data festiva que é o Natal, levando a
alegria por meio das atrações e beneficiando, principalmente, o
paciente, que se encontra em um ambiente mais feliz e tem o espírito da data despertado, podendo melhorar até mesmo o seu quadro clínico”, explica a psicóloga e coordenadora do Grupo de Humanização, Patrícia Angeloni.
O provedor da Santa Casa de Votuporanga, Luiz Fernando Góes Liévana - Torrinha, ressalta sobre o evento. “O Hospital preza pela humanização em todos os setores, para oferecer um atendimento cada vez melhor para os pacientes das 53 cidades de abrangência. Dessa forma, sabemos que uma programação voltada ao Natal é importante para esse processo. Felizmente
conseguimos mais uma vez promover a Semana Natalina e agradecemos todos que tornaram a ação possível, por meio de doações materiais e do trabalho voluntário.”
A programação de 2015 contou com a apresentação musical dos
colaboradores Valéria, Massau e Renato, o músico Tesourinha e o Coral Zacarias Fernandes, da Igreja Presbiteriana de Votuporanga. Todas as atrações passaram pelo Hospital, para abranger também os pacientes que não podiam se locomover.

quarta-feira, 23 de dezembro de 2015

Lazer da terceira idade de Urânia nos Termas dos Laranjas









Cras (Centro de Referência da Assistência Social) com o
total apoio da Prefeitura Municipal de Urânia realizou uma excursão com o grupo da Melhor Idade, participantes do vôlei e bordado do SCFV (Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos).
Esse passeio destinou-se ao Termas dos Laranjais na cidade
de Olímpia-SP, nesta quarta-feira dia 16 de dezembro com 48 participantes da 3ª idade.
Contudo a equipe do CRAS agradece a todos os profissionais
envolvidos para essa realização também os Beneficiários que participaram dos Grupos e Cursos oferecidos no ano de 2015
Encerramos o ano com a imensa satisfação de estar
idealizando projetos existenciais como este, com a dedicação de conquistarmos sorrisos em diferentes faces a cada dia.(texto CRAS de Urânia)

Sobre o cumprimento da determinação judicial e o pagamento aos colaboradores da Santa Casa

O Hospital de Ensino Santa Casa de Fernandópolis vem a público informar
que, na última segunda-feira, dia 21, fomos oficiados da decisão do juiz do
trabalho, Exmo. Sr. Rodrigo Fernando Sanitá, em favor dos colaboradores
assistidos pelo Sindicato dos Empregados dos Estabelecimentos de Serviços
de Saúde de São José do Rio Preto, obrigando-nos a reverter imediatamente
todo o valor existente em caixa, e os que vierem a ser repassados à
entidade até que se atinja a importância de R$ 3,2 milhões, para o
pagamento dos valores em atrasos referente apenas aos assistidos por tal
representação sindical.

Como é sabido por todos, uma Santa Casa de Misericórdia precisa honrar os
pagamentos aos colaboradores, médicos e fornecedores. Hoje os médicos desta
entidade recebem apenas parcialmente devido à falta de recursos e a decisão
torna a situação mais crítica.

Na tarde desta quarta-feira, dia 23, representantes do referido Sindicato,
colaboradores, membros da administração e advogados de ambas as partes
participaram de uma reunião, na qual foi informado que o repasse do SUS
(utilizado para o pagamento da folha) tem previsão para ser deposito em
nossas contas apenas no dia 29 deste mês, data em que os salários dos
colaboradores serão pagos integralmente.

Diante desta exposição, o Sindicato decidiu por manter o cumprimento da
determinação judicial, de reverter todo o saldo exclusivamente para os
colaboradores por ele assistidos, em detrimento de uma melhor divisão entre
todos os credores da Santa Casa.

Diante do exposto, e na iminência de fecharmos as portas de nossa Santa
Casa, resta-nos continuar lutando pela nossa população, que tanto necessita
de nosso atendimento, e atuando judicialmente no interesse de também
honrar, mesmo que parcialmente, os compromissos assumidos junto aos
médicos, fornecedores e colaboradores que não fazem parte deste referido
sindicato, que também são imensa importância para a continuidade do serviço
hospitalar.

Assim, que Nossa Senhora da Misericórdia nos ajude!

*SANDRA REGINA DE GODOY*
Provedora

MPF em Jales cobra medidas de seis municípios da região para eliminar focos do mosquito Aedes aegypti

 
Fernandópolis, Populina, Rubinéia, Palmeira D'Oeste, Três Fronteiras e Aspásia estão com número de criadouros do mosquito no limite ou acima do recomendado pelo
Ministério da Saúde
O Ministério Público Federal em Jales cobrou explicações das Prefeituras de Fernandópolis, Populina, Rubinéia, Palmeira D'Oeste, Três Fronteiras e Aspásia sobre quais medidas estão tomando para eliminar criadouros do mosquito Aedes aegypti. Além de casos de dengue confirmados, os seis municípios estão com o número de focos do mosquito no limite ou acima do estabelecido pelo Ministério da Saúde, gerando risco
de novos casos da doença, além de manifestações de Zika vírus ou febre Chikungunya.
Conforme informação da Superintendência de Controle de Endemias (Sucen), as cidades oficiadas pelo MPF alcançaram Índices de Breteau (IB) acima de 1,0, que é o estabelecido pelo Ministério da Saúde. O IB é um indicador que expressa a relação de focos do Aedes aegypti para cada 100 imóveis pesquisados. Ele indica a distribuição do mosquito na área trabalhada e quais os criadouros, podendo ser usado para direcionar as atividades do controle da infestação.
O pedido de explicações enviado pelo procurador da República José Rubens Plates aos seis municípios faz parte do inquérito civil público instaurado em março pelo MPF para acompanhar as ações de prevenção e combate à dengue implementadas pelas 40 cidades da Subseção Judiciária de Jales. Os dados levantados até o momento, após resposta dos municípios aos questionamentos da Procuradoria, mostram um elevado
crescimento dos casos de dengue em 2015.
A Subseção Judiciária de Jales é formada pelos municípios de Aparecida D´Oeste, Aspásia, Auriflama, Dirce Reis, Dolcinópolis, Estrela D´Oeste, Fernandópolis, General Salgado, Guarani D´Oeste, Guzolândia, Indiaporã, Jales, Macedônia, Marinópolis, Meridiano, Mesópolis, Mira Estrela, Nova Canaã Paulista, Nova Castilho, Ouroeste, Palmeira D´Oeste, Paranapuã, Pedranópolis, Pontalinda, Populina, Rubinéia, Santa Albertina, Santa Clara D´Oeste, Santa Fé do Sul, Santa Rita D´Oeste, Santa Salete, Santana da Ponte Pensa, São Francisco, São João das Duas Pontes, São João de Iracema, Suzanópolis, Três Fronteiras, Turmalina, Urânia e Vitória Brasil.

SUPREMO INTERPRETA OU DITA A POLÍTICA?

GAUDÊNCIO TORQUATO
      
O Supremo Tribunal Federal acaba de ditar como se deve fazer a política no Brasil. Como fez isso? Interpretando a letra da lei e a norma constitucional e, assim, derrubando um rito que a Câmara dos Deputados havia arrumado para tratar do impeachment presidencial. Decidiu que o voto para instalação da Comissão Especial para análise da questão na Câmara deve ser aberto (isso não diz respeito ao regimento interno?) e que o Senado também deve votar pela acessibilidade do processo, entre outras decisões. Em 1992/Collor, não houve votação sobre admissibilidade. Juristas ficaram escandalizados com os votos de alguns ministros, sobrando a impressão de que o Judiciário passou a ditar regras aos representantes da soberania popular. Por que isso ocorre?
           Porque já não se faz política como antigamente. Há um bom tempo, a política presta exame no vestibular das cortes judiciais e, só após aprovação de juízes, passa a ser desenvolvida. Entra, assim, com um pé mais baixo na Tríade dos Poderes arquitetada por Montesquieu em 1748. Nunca como nos últimos tempos, a política foi tão objeto de contestação, dando origem ao que se convencionou chamar de “judicialização”. A verdade é que a democracia cada vez mais recebe aulas do Poder Judiciário. A tendência de maior participação dos tribunais em ações legislativas e executivas decorre da “judicialização” das próprias relações sociais, fenômeno que se expressa de maneira intensa em democracias incipientes.
           Ante a avalanche de recursos que batem às portas da nossa mais Alta Corte, emerge a questão: o STF deve entrar no terreno legislativo ou só informar às Casas congressuais sobre suas omissões? A Alta Corte, lembre-se, só age quando acionada. Sua missão precí­pua é dicere lex, como ensina Bacon, interpretar a Constituição, ante a falta de clareza ou inexistência de leis que detalhem os assuntos de inte­resse social. Mas é possível enxergar uma dose de exagero por parte dos magistrados. De uma atitude cautelosa no passado, quando apenas comunicavam ao Par­lamento a ausência de normas, passaram a entrar fundo na esfera da política, fomentando  desconforto na representação parlamentar. Sob o empuxo de demandas da sociedade, capitaneadas por organizações, o STF toma decisões de impacto, sem se incomodar com constantes críticas de que invade o território legislativo. Veja-se esse recurso do PC do B contra o pedido de impeachment da presidente Dilma. A questão mais aguda desses últimos tempos – o impeachment da presidente - caminhará após o Judiciário apitar o início do jogo. Tem sentido? Em termos. Não pode, por exemplo, mudar a liturgia já conhecida. Deve apenas aclarar questões.
           Acionado para se manifestar no caso do impeachment, o STF, por meio do ministro Edson Fachin, procurou fazer uma leitura da legislação de 1950, relativa à questão, à luz da CF de 1988. Ele fez sua leitura. Que se imaginava adequada, até porque obedeceu ao rito de 1992, por ocasião do impeachment de Collor. A maioria dos ministros derrubou, porém, suas teses. E os ânimos se acirraram, até na sala da própria corte. Ouça-se o protesto do ministro Gilmar Mendes, reconhecendo o casuísmo:  “Assumamos que nós estamos fazendo uma manipulação do processo, para efeito ad doc. Para interferir no processo. Mas vamos dar a cara a tapa, vamos assumir que estamos fazendo isso com endereço certo. Estamos tomando uma decisão casuística." ). Será que o STF está se excedendo em sua missão.
           O fato é que o país passou a se abrigar em uma nova arquitetura de cunho jurídico-política. Nos últimos anos, o Poder Executivo começou a inundar os canais da Justiça com a finalidade de ampliar e garantir de­cisões. O Legislativo, por sua vez, com sua planilha de Comissões de In­quérito, energiza a luta política, tendo quase sempre como foco o Poder Executivo. Já o Ministério Público, em sua missão de defesa da sociedade, flagra ilícitos de toda ordem, enca­minhando farta pauta de conflitos ao Judiciário. Partidos políticos e entidades recorrem às Cortes em defesa de suas posições, não raro recorrendo a Ações Diretas de Inconstitucionalidade (ADINs).
           O fio que con­duz ao novelo da “política judicializada” está na interpretação de direitos institucionalizados. Não se trata mais de definir o direito de cada indivíduo, mas de interpretar e mensurar seus limites. A CF de 88 é o pano de fundo desse contencioso. A “Constituição Cidadã” escancarou o portão das demandas de classes e grupos. Definiu direitos,  mas deixou sua regulamentação em aberto. E, ao final, o Judiciário é convocado para interpretar a letra constitucional. Ao decidir se os Poderes Executivo e Legislativo, partidos e outras  instâncias agem de acordo com a Constituição, o Supremo acaba definindo o modus operandi da vida política nacional. 
           Lembre-se que, no princípio do Estado moderno, o Judiciário era mero executor de leis. Montesquieu ponderava que juízes significavam a boca que pronun­cia as palavras da lei, entes que não podem aumentar ou enfraque­cer seu vigor. O tripé dos Poderes alinhava-se numa reta, embora o Legislativo tivesse maior projeção. Com o advento do Welfare State, o Executivo passou a intervir de maneira forte para expandir a rede de proteção social. E a legislar, fato hoje medido entre nós por medidas provisórias e leis que nascem nas ante-salas dos governantes. 
           Em suma, os textos legais, férteis e ambíguos, propiciam condições para a instala­ção de um processo de “judicialização” da vida social. O Legislativo dá mostras de fragilidade. O que faz é questionado e o que deixa de fazer é corrigido por outras áreas. Como o poder não admite vácuo, a Corte o tem preenchido com sua interpretação (alguns falam de legislação judicial) constitucional. O temor é de que os princípios da autonomia, harmonia e independência dos Poderes, sob sistemas políticos em fase de consolidação como o nosso, se tornem frouxos e frágeis. O STF, por exemplo, começa a ganhar adjetivos indecorosos nas ruas.
 
Gaudêncio Torquato, jornalista, professor titular da USP é consultor político e de comunicação. Twitter: @gaudtorquato

Sindicato dos Fiscais Tributários reinaugura sede em Três Lagoas


A sede passou por uma reforma e revitalização
para atender melhor a categoria

Na noite desta terça-feira, 22, aconteceu a inauguração da revitalização da 6ª Delegacia de Três Lagoas do Sindicato dos Fiscais Tributários do Estado de Mato Grosso do Sul – Sindifiscal/MS. A solenidade contou com a presença de
membros da diretoria de Campo Grande, Três Lagoas, autoridades locais e filiados.
De acordo com o diretor presidente do Sindifiscal/MS, Marco Aurélio Cavalheiro Garcia, o momento é de agradecer. “Quero aqui parabenizar o delegado de Três Lagoas, João Aparecido de Almeida e o 1º vice - delegado, Rubens Izidorio, pelo trabalho desenvolvido e por conseguir cumprir, mesmocom as atribuições dos cargos, essa reforma em tempo recorde. Esse era um
pedido antigo para oferecer melhores condições aos nossos colegas de profissão”, finalizou.
O delegado de Três Lagoas, João Aparecido, enalteceu a revitalização e agradeceu o empenho de todos. “Hoje é dia de comemorarmos essa conquista para nossos amigos em nossa cidade, há tempo queríamos isso, e com muito esforço e dedicação de todos que aqui trabalham conquistamos. Obrigado”,
concluiu.
Após a solenidade aconteceu a festa de confraternização com todos os convidados e filiados do Sindifiscal/MS
.

FOLHAGERAL

da redação


Não existe


quem nunca tenha ouvido esta pergunta irônica: "Você compraria o carro usado de um político, confiando nas palavras dele?" Esta jóia do folclore político surgiu em 1960, na disputa presidencial dos Estados Unidos entre John Kennedy e Richard Nixon. Ambos se tornaram presidentes (Kennedy em 1961 e Nixon em 1969). E ambos se revelaram não confiáveis para vender carros usados.

A falta
de credibilidade dos políticos é geral. Certa vez, um político brasileiro quis dar uma prova rigorosa da sua credibilidade. Tinha que se comprometer por escrito, preto no branco. Nas eleições municipais de 2004, o candidato José Serra (PSDB) escreveu e registrou em cartório que, se fosse eleito prefeito da cidade de São Paulo, exerceria todo o mandato de quatro anos. Foi eleito e tomou posse. Mas deixou o cargo após 15 meses para concorrer a governador do Estado em 2006.

O tempo
passa mas os políticos não mudam seus costumes. Em janeiro de 2013, nesta cidade de Jales, três partidos políticos com maioria na Câmara Municipal (seis dos dez vereadores) resolveram fazer um acordo (foto) para composição da Mesa Diretora da casa no período legislativo que se iniciava (2013 a 2016). Compromisso para ser, de fato, obedecido.


O acordo (foto)
foi registrado em Ata da Reunião, em 01 de janeiro de 2013. Nove pessoas presentes assinaram seus nomes. Dirigentes partidários (3): Flá (presidente do DEM), Gibão (representante do PSB) e Cacaio (representante do PT). Vereadores do DEM (3): Gilberto Alexandre de Moraes (Gilbertão), Jesus Martins Batista (Jesus da Prefeitura) e Nivaldo Batista de Oliveira (Tikim). Vereador do PSB (1): Rivail Rodrigues Júnior (Júnior Rodrigues). Vereadores do PT (2): Pérola Maria Fonseca Cardoso e Luís Fernando Rosalino.

Os participantes
da reunião concordaram que os seis vereadores elegeriam com seus votos os futuros presidentes da Mesa Diretora da Câmara Municipal de Jales, na seguinte ordem. Pérola Maria Fonseca Cardoso em 2013. Gilberto Alexandre de Moraes em 2014. Nivaldo Batista de Oliveira em 2015. Rivail Rodrigues Júnior em 2016.

O compromisso
foi honrado com os vereadores Pérola Maria, Gilberto Alexandre e Nivaldo Batista. Eles assumiram a presidência da Mesa Diretora nos respectivos anos e realizaram com prestígio suas atribuições. Porém, agora aconteceu uma recaída de credibilidade Realizou-se uma sina: o compromisso político foi desrespeitado. Não adiantou o vereador Rivail Rodrigues ter votado junto com os petistas contra o parecer prévio do TCESP que rejeitou as contas de 2012 do então prefeito petista Parini.

Na sessão
ordinária da Câmara Municipal de segunda-feira (dia 14), os votos dos petistas Pérola Maria e Fernando Rosalino foram desviados e reelegeram o presidente Nivaldo Batista. Por conta disso, Rivail Rodrigues perdeu a sua vez registrada no acordo. Sem o apoio da escada (retirada pelos petistas), Rivail ficou dependurado, segurando na brocha. Lá do botequim da vila os analistas têm um nome pra isso.

Será
que o vereador Gilbertão e o DEM foram os responsáveis pela derrota de Rivail, segundo colocaram?

Dessa forma,
o vereador Nivaldo Batista de Oliveira (Tiquinho), do DEM, foi reeleito presidente da Mesa Diretora da Câmara Municipal de Jales para o exercício de 2016. O vereador Tiago Abra (SDD), ligado grupo do prefeito Callado, foi eleito vice-presidente.

Agora,
os eleitores do vereador Tiquinho entendem o motivo dele ter votado pela rejeição do parecer prévio do TCESP, que foi desfavorável à prestação de contas do então prefeito Parini e seu vice Clóvis Viola no exercício de 2012. Foi uma troca de favores para atropelar o acordo firmado em ata e contar com a retribuição da bancada petista, mesmo Tiquinho cravando no voto, o nome de Rivail Rodrigues para presidente da Mesa.

Nos bastidores
políticos, as conversas sobre a reeleição de Tiquinho, com os votos petistas de Pérola Cardoso e Luís Fernando Rosalino, são apimentadas com suspeitas de influências exercidas por muita gente extra-Câmara. Em política, tudo é possível. Dizem até que o fato foi programado, visando uma possível longa licença do prefeito. Faz sentido.

Dizem
que críticas do vereador Rivail Rodrigues à administração municipal não foram bem digeridas no Paço Municipal

Os analistas
políticos do botequim da vila opinam que, pelo andar da carruagem, o Legislativo jalesense poderá sofrer uma renovação inédita nas eleições municipais de 2016. Para começar, o vereador Gilberto Alexandre de Moraes (DEM) já se definiu e garante que não vai disputar reeleição. Ainda, mais: os eleitores estão de olhos abertos nos seus representantes na Casa do Povo. Eles sabem quem os representa muito pouco.

Numa
observação bem-humorada, futebol e política são excelentes em fornecer assuntos para bate-papos desintoxicantes. No futebol, o São Paulo anunciou esta semana a contratação do treinador argentino Edgardo Bauza, bicampeão da Copa Libertadores da América. Na política, Flá Prandi (DEM) e Pedro Callado (PSDB) andaram afinando as conversas com vistas nas eleições municipais de 2016.

A Prefeitura
notificou um grande número de proprietários de lotes sem construção para que mantenham a devida limpeza dos seus imóveis, sob pena de multa ao descumprimento. Curioso é que, pela notificação, proprietário deve enviar ao departamento competente da administração uma foto do terreno, comprovando a sua limpeza.

Na terça-feira,
dia 15, a 3ª Câmara de Direito Público do Tribunal de Justiça negou provimento ao recurso (agravo de instrumento) por votação unânime no caso da Facip 2013 que não se realizou, interposto por Eunice Mistilides Silva, Pedro Manoel Callado Moraes, João Nogueira, Adriano Lisboa Domênicis, Renato Luis de Lima Silva, Roberto Berto Timpurin, Douglas Eduardo Cruz Zilio, Angélica Colombo Boleta e Luis Fernando de Paula. Cabe recurso.


Natal de todos

Reginaldo Villazón
A universalidade das religiões e das concepções de Deus, muitas vezes desejada, é uma condição por enquanto inatingível. Por mais que as religiões se coloquem como fruto da mesma inspiração divina e pratiquem ações ecumênicas puras, cada religião tem sua história, sua cultura, sua doutrina. Embora muitos religiosos afirmem que o Deus de todas as religiões seja o mesmo – um ser supremo único – as concepções da divindade sustentadas pelas religiões revelam diferenças significativas de conciliação impossível.

Uma tese, muito aceita nas religiões, assegura que Deus criou o universo e tudo o que nele existe. Outra tese, bem considerada, retruca que Deus não criou nada. Ou seja: o universo e tudo o que nele existe é a manifestação do próprio Deus. São idéias muito diferentes. Isto mostra como é normal – necessário e positivo – que as pessoas se aglutinem em grupos religiosos e filosóficos distintos, conforme suas afinidades. O que não pode ser aceito é o afastamento das boas intenções e dos comportamentos sadios.

Assim, enquanto não alcança a universalidade, a humanidade aprende a se desvencilhar das intolerâncias e dos conflitos. Passa a dar valor à convivência respeitosa entre cristãos, muçulmanos, hinduístas e muitos outros. Mas a universalidade não é uma quimera. Jesus Cristo – cujo nascimento se comemora no dia 25 de dezembro – é um exemplo de que a universalidade existe. Basta prestar um pouco de atenção. Seus ideais elevados, seus ensinamentos singelos, seus atos de misericórdia transcenderam todas as barreiras.

Jesus Cristo era judeu de baixa categoria na sociedade judaica e não se conformava com a hipocrisia religiosa da elite judaica. Fazia muitas amizades, dentro e fora do círculo judaico. Belas passagens da sua história dão conta da sua universalidade. Em Cafarnaum, Jesus curou o servo de um centurião romano. A caminho de Jerusalém, Jesus curou dez leprosos, entre eles um samaritano. Na casa de Simão e André, Jesus curou a sogra de Simão e muitas pessoas enfermas de diversas doenças.

O líder pacifista indiano Mahatma Gandhi (1869 – 1948) tinha conhecimentos sobre Jesus Cristo e costumava citar seus ensinamentos. Ele disse a frase: "Se se perdessem todos os livros sagrados da humanidade e se salvasse o Sermão da Montanha, nada estaria perdido". É fácil entender a qualidade das idéias ali contidas. "Bem aventurados os pobres de espírito, os que choram, os mansos, os que têm fome de justiça, os misericordiosos, os limpos de coração, os pacificadores, os que sofrem perseguição".

O Natal é uma comemoração livre a todas as pessoas. É uma boa oportunidade de lembrar a singeleza do nascimento de Jesus. De refletir no domínio que Jesus provou ter sobre os males da vida. De reconhecer que Jesus sempre teve sua atenção voltada para bem de todos.

Ninguém, como ele, ensinou boas condutas de maneiras tão simples. "Não julgue, se você não deseja ser julgado. Perdoe, se você deseja ser perdoado. Trate os outros como você deseja ser tratado. Atire a pedra nos pecadores, se você nunca pecou".

Que o Mestre Jesus nos abençoe todos neste belíssimo Natal.

Sindicato faz doação à Santa Casa de Jales

O Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Jales e Região, também foi um dos colaboradores neste mês de dezembro para com a Santa Casa de Misericórdia contribuindo com a doação de R$ 6 mil, anúncio este feito pelo presidente José Luiz Francisco (foto) durante evento de confraternização do funcionalismo no Ginásio Municipal de Esportes Dr. Waldemar Lopes Ferraz, sábado, dia 12 de dezembro.

Na foto, o presidente do Sindicato José Luiz Francisco (d), momento em que anunciava a doação para a Santa Casa de Jales.

Palavras de Chico Xavier

 
Não existe sofrimento maior do que a dor de perder um filho... Não entendo os nossos irmãos que combatem esse tipo de intercâmbio com o mundo espiritual; eles se esquecem de que os que partiram também desejam contato... O médium, sem dúvida, pode, em certas circunstâncias, rastrear o espírito, mas, na maioria das vezes, é o espírito que vem a médium... O trabalho da Espiritualidade é intenso. Para que um filho desencarnado envie algumas palavras de conforto aos seus pais na Terra, muitos espíritos se mobilizam... Isto não é uma evocação. Não raro, são os próprios filhos desencarnados que atraem os seus pais aos centros espíritas; desejam dizer que não morreram, que continuam vivos na Outra Dimensão, que amam os que haverão de amá-los sempre... Digo-lhes que, como médium, essa tarefa das cartas de consolação aos familiares em desespero na Terra, foi o que sempre mais me gratificou...
Esta coluna tem o patrocínio e responsabilidade da "Associação Espírita "Chico Xavier" de Jales.

Editais de Proclamas

Rosimeire Ensides Tomazeli, Oficial Interina do Registro Civil das Pessoas Naturais e de Interdições e Tutelas da Sede da Comarca de Jales, Estado de São Paulo. FAZ SABER que pretendem casar-se e apresentaram os documentos exigidos pelo artigo 1.525 do Código Civil Brasileiro.

ARISTOFANES OKIAMA e BEATRIZ GONÇALVES BATISTA. ELE, natural de Jales, deste Estado, nascido aos 15 de junho de 1.991, auxiliar administrativo, solteiro, residente e domiciliado em Jales, deste Estado, filho de Carlos Okiama e de Josefina Alves dos Santos Patrocínio. ELA, natural de Jales, deste Estado, nascida aos 26 de outubro de 1.994, vendedora, solteira, residente e domiciliada em Jales, deste Estado, filha de Heder Lides Batista e de Maria José Gonçalves.

PAULO PEREIRA e MARLI ANTONIA SCAPOLAN. ELE, natural de Tanabi, deste Estado, nascido aos 30 de maio de 1.954, motorista, divorciado, residente e domiciliado em Jales, deste Estado, filho de Izil Pereira e de Helena Maria Xavier Pereira. ELA, natural de Urânia, deste Estado, nascida aos 12 de junho de 1.960, funcionária pública estadual, divorciada, residente e domiciliada em Jales, deste Estado, filha de Sebastião Scapolan e de Alcina Maria de Oliveira Scapolan.

YURI ANDRÉ VIOTO SILVA e SUMAIA ANDRÉA PÉRES. ELE, natural de Jales, deste Estado, nascido aos 22 de fevereiro de 1.986, professor, solteiro, residente e domiciliado em Jales, deste Estado, filho de Jullius Caezar Silva e de Rosângela Aparecida Vioto Silva. ELA, natural de Jales, deste Estado, nascida aos 21 de março de 1.983, vendedora, solteira, residente e domiciliada em Jales, deste Estado, filha de Darci Péres e de Judite Jordelina da Silva Péres.

EDER PONTES JARDIM r JULIANA PEREIRA DE QUEIROZ. ELE, natural de Jales, deste Estado, nascido aos 04 de maio de 1.984, motorista, solteiro, residente e domiciliado em Jales, deste Estado, filho de Edson Gonçalves Jardim e de Maria Eliete Felipe de Pontes Jardim. ELA, natural de Urânia, deste Estado, nascida aos 30 de maio de 1.985, doméstica, solteira, residente e domiciliada em Jales, deste Estado, filha de Osvaldo Ribeiro de Queiroz e de Zenaide Pereira da Silva.

LUCIANO NEVES DA SILVA e ELIANA LIMA DE SOUZA. ELE, natural de Fernandópolis, deste Estado, nascido aos 13 de março de 1.983, operador de empilhadeira, solteiro, residente e domiciliado em Jales, deste Estado, filho de Jose Cicero da Silva e de Judith Neves da Silva. ELA, natural de Jales, deste Estado, nascida aos 24 de maio de 1.987, do lar, solteira, residente e domiciliada em Jales, deste Estado, filha de Dorival de Souza e de Irenita de Lima de Souza.

JOÃO CARLOS BIO TOSCHI e DULCILENE PASQUINI. ELE, natural de Jales, deste Estado, nascido aos 30 de maio de 1.984, funcionário público estadual, solteiro, residente e domiciliado em Jales, deste Estado, filho de João Toschi Neto e de Nivalda Antonia Bio Toschi. ELA, natural de Jales, deste Estado, nascida aos 15 de janeiro de 1.976, bancária, solteira, residente e domiciliada em Jales, deste Estado, filha de Fernando Pasquini e de Maria Limeira Pasquini

JUCELIO BRITO DA SILVA e CARLA DA SILVA. ELE, natural de Pontalinda, deste Estado, nascido aos 14 de dezembro de 1.978, pedreiro, solteiro, residente e domiciliado em Jales, deste Estado, filho de Osvaldo Brito da Silva e de Alda Nogueira da Silva. ELA, natural de Jales, deste Estado, nascida aos 05 de agosto de 1.990, auxiliar educacional, solteira, residente e domiciliada em Jales, deste Estado, filha de José Carlos da Silva e de Marlene Faustino de Carvalho Silva.

WENDEL ARAUJO VENTURA e BRUNA CRISTINA DE CARVALHO BARBATO. ELE, natural de Iturama, Estado de Minas Gerais, nascido aos 06 de setembro de 1.993, técnico de celular, solteiro, residente e domiciliado em Jales, deste Estado, filho de Altamir Bento Ventura e de Rosa Helena Araujo Ventura. ELA, natural de Fernandópolis, deste Estado, nascida aos 14 de janeiro de 1.996, vendedora, solteira, residente e domiciliada em Jales, deste Estado, filha de Leonardo Barbato e de Elaine Cristina de Carvalho Barbato.

ELIAS JORGE e MONISE ISAQUE. ELE, natural de Jales deste Estado, nascido aos 11 de abril de 1.988, engenheiro, solteiro, residente e domiciliado em Jales, deste Estado, filho de Antonio Custodio Jorge e de Ivanir Rocha de Almeida Jorge. ELA, natural de Jales, deste Estado, nascida aos 14 de agosto de 1.988, auxiliar de escritório, solteira, residente e domiciliada em Jales, deste Estado, filha de Ademir Antonio Gabriel Isaque e de Olinda de Fátima Silvestrini Isaque

MARCOS DE OLIVEIRA DEVECHI E MONIQUE NOGUEIRA DE ARAUJO. ELE, natural de Jales, deste Estado, nascido aos 10 de dezembro de 1.969, motorista, solteiro, residente e domiciliado em Jales, deste Estado, filho de Benedito Devechi e de Deraci de Oliveira Devechi. ELA, natural de Américo de Campos, deste Estado, nascida aos 26 de setembro de 1.987, costureira, solteira, residente e domiciliada em Jales, deste Estado, filha de Aparecido Roberto de Araujo e de Maria Helena Nogueira.

CARLOS PERINELLI e MARIA BALBINA MEIA DOS SANTOS. ELE, natural de Paranapuã, deste Estado, nascido aos 09 de abril de 1.986, operador de maquinas, solteiro, residente e domiciliado em Jales, deste Estado, filho de Eugênio Waldecir Perinelli e de Maura da Silva Perinelli. ELA, natural de Ubatã, deste Estado, nascida aos 31 de março de 1.979, cabeleireira, solteira, residente e domiciliada em Jales, deste Estado, filha de Laureano Meia dos Santos.

FABIANO FERREIRA FRANÇA e ANA PAULA DEVECHI. ELE, natural de Santa Albertina, deste Estado, nascido aos 20 de junho de 1.981, professor, solteiro, residente e domiciliado em Jales, deste Estado, filho de Valdo França e de Maria José Ferreira França. ELA, natural de Carneirinho, Estado de Minas Gerais, nascida aos 10 de julho de 1.978, do lar, divorciada, residente e domiciliada em Jales, deste Estado, filha de Benedito Devechi e de Deraci de Oliveira Devechi.
 
RODOLFO CAMPOS BUZO e FRANCIELI DAIANI NOGUEIRA. ELE, natural de Jales, deste Estado, nascido aos 17 de novembro de 1.988, motorista, solteiro, residente e domiciliado em Jales, deste Estado, filho de Nivaldo Donizeti Buzo e de Roseli Zanini Campos Buzo. ELA, natural de São Francisco, deste Estado nascida aos 03 de agosto de 1.989, atendente, solteira, residente e domiciliada em Jales, deste Estado, filha de Claudemir José Nogueira e de Levaneide Jesus Santos Nogueira.
APARECIDO PEREIRA e IRMAN BARBOSA GUIMARÃES. ELE, natural de Jales, deste Estado, nascido aos 06 de maio de 1.950, freelance, divorciado, residente e domiciliado em Jales, deste Estado, filho de Marciano Pereira e de Joana dos Reis Pereira. ELA, natural de Paranaíba, Estado de Mato Grosso do Sul, nascida aos 17 de janeiro de 1.949, aposentada, divorciada, residente e domiciliada em Jales, deste Estado, filha de José Delfino Guimarães e de Fileman Barbosa Guimarães.

SE ALGUÉM SOUBER DE ALGUM IMPEDIMENTO OPONHA-O NA FORMA DA LEI. LAVRO OS PRESENTES PARA SEREM AFIXADOS NO REGISTRO CIVIL E PUBLICADOS NA FOLHA NOROESTE, NESTA CIDADE DE JALES.

Rosimeire Ensides Tomazeli – Oficial Interina


Mensagem de Natal 2015

D. Demétrio Valentini

"Anuncio-vos uma grande alegria, que será para todo o povo..." Lc 2, 10

A todos os diocesanos, FELIZ NATAL!

O impulso de alegria, que tomou forma especial na alegre notícia do nascimento de Jesus em Belém, continua se difundindo, com renovado ímpeto que brota do inesgotável amor do "nosso grande Deus e Salvador Jesus Cristo" (Tito, 2,13).

Quanto mais durarem nossas apreensões diante da profunda crise que continua atingindo a sociedade brasileira, tanto mais precisamos colocar nossas esperanças em Deus, que manifestou em Jesus Cristo o seu rosto misericordioso,

Ele nos convida a confiar na força do seu amor, "para nos resgatar de toda a maldade".

Neste ano a festa do nascimento de Cristo vem acompanhada dos apelos positivos e oportunos do Jubileu Extraordinário da Misericórdia, convocado pelo Papa Francisco.

Desde o seu início, queremos nos colocar em sintonia com as propostas de renovação espiritual e de compromisso com a reconciliação e a paz, que este Jubileu Extraordinário nos apresenta.

Mas sobretudo o Natal deste ano traz para a nossa Diocese de Jales a alegre notícia da escolha do novo bispo diocesano, que a Providência divina nos destinou, na pessoa do Pe. José Reginaldo Andrietta, do clero diocesano de Limeira.

Ele será ordenado bispo no dia 27 de dezembro deste ano de 2015, e tomará posse na Diocese no dia 31 de janeiro de 2016.

Esta mensagem de Natal reforça o convite para vivermos com intensidade estes momentos que marcam profundamente a história de nossa diocese de Jales. Como os anjos nos arredores de Belém, também sentimos o impulso de acompanhar de perto estes acontecimentos, e vivê-los com fé e esperança.

De minha parte, aproveito esta mensagem para expressar minha gratidão a Deus pelos 33 anos de bispo que ele me permitiu viver nesta diocese.

No clima do Jubileu da Misericórdia, peço perdão por minhas limitações humanas, e espero não deixar nenhuma mágoa, mas somente a alegria de termos experimentado juntos a graça do Senhor.

Desejo que Deus abençoe a todos e a cada um em particular. De maneira muito especial, desejo que Deus abençoe Dom Reginaldo, e lhe conceda um fecundo ministério apostólico em nossa Diocese.

Com os renovados votos de Feliz Natal e Abençoado 2016,

Dom Demétrio Valentini
Administrador Diocesano de Jales

Cras de Urânia encerra 2015 com palestra aos beneficiários do programas sociais



 
O Centro de Referência da Assistência Social – Cras de Urânia, com o apoio da Prefeitura Municipal, realizou dia 1º de dezembro, às 19:30h uma palestra aos beneficiários dos programas sociais no município, ministrada por Crislaine Calanca. O evento contou com a presença da coordenadora Caroline Custódio Andrade. Foi apresentada uma retrospectiva dos temas abordado durante o ano.

O encerramento deu-se com homenagens e sorteios de prêmios para todos os presentes.

Logo na sequência, a apresentação dos trabalhos desempenhados durante este ano de 2015, a concretização de sucesso e o proativismo foi surpreendente, gerando um momento satisfatório "porém durante o período de meses de trabalho como é gratificante este fortalecimento de vínculos entre o Social do município e os beneficiários, abordando diversos temas construtivos para questões humanitárias" , expôs Calanca.

O Cras de Urânia agradece a cada um dos beneficiários que se deslocaram dos seus lares para que, segundo Gislaine Calanca "pudéssemos realizar este diagnóstico de momentos eficazes conclusivos para agregar valores idealizados a um município melhor, assim preocupando -se com a ação e reação de cada família inserida nos programas sociais", e concluiu que "a maneira de uma atitude ao bem é transformar um futuro de esperança, perseverança e fé, acreditando que em pequenos gestos podemos obter grandes resultados de sucesso!"

Nostalgia de Natal

*José Renato Nalini

Nem todos se alegram com a chegada do Natal e Ano Novo. Muitos são acometidos de uma certa nostalgia, própria a quem mescla o sentimento inspirador de harmonia, paz, convívio fraterno a um laivo de tristeza sem qualquer explicação racional.

Muitas são as causas desse misto de angústia com saudades, tudo revestido de emoção. Qual a explicação para esse fenômeno?

Há quem se recorde de Natais da infância, onde alguns desejos não foram satisfeitos. Crianças sonham e têm anseios insuscetíveis de atendimento. Frustram-se e ficam estigmatizadas. Outros se comovem porque pessoas queridas já não estão neste mundo. Sua falta é muito mais enfatizada nesse período. Entes com cadeira cativa no afeto eternal nunca mais participarão de ceias, trocas de presentes ou de abraços com a formulação de votos tradicionais. Isso é muito doloroso!

O artificialismo desses cumprimentos forçados consegue desmotivar muita gente e a torna um pouco cética em relação à sinceridade com que são formulados. Por que essa obrigação de desejar "Feliz Natal", mesmo a pessoas que não estão na lista de predileção de quem profere a saudação?

A expectativa de quem aguarda os tradicionais presentes natalinos é também algo que pode irritar. Cresce a relação daqueles que aguardam regalo, agrado e lembrança. O esquecimento de um personagem que deveria ter sido contemplado incomoda o esquecido, mas não menos aquele que deveria ter se recordado dele. Há muito ressentimento gerado por essa situação. O interesse pessoal – ou personalíssimo – faz com que se esqueça o motivo das festas. Por que se comemora o Natal?

Natal é celebração do nascimento de Jesus. Para os cristãos, o Messias. O Salvador. O elo entre a Humanidade e o Criador. Restabelece a aliança entre Deus e a criatura. Essa a razão de ser de uma comemoração natalina. Isso é o que deve merecer reflexão nesta época.

A tristeza contida nas músicas natalinas reside nessa enorme série de sensações por elas geradas. A música é uma linguagem milagrosa. Transporta quem ouve seu som mágico a espaços ignotos e a territórios distantes e, talvez, nunca pressentidos. Inebria, toca a alma, sensibiliza e enternece. Com certeza, é o caminho mais adequado para recuperar o verdadeiro espírito de Natal, que deve trazer esperança, bons propósitos, expectativas as mais alvissareiras, não tristeza, angústia ou desconforto.

Neste ano, principalmente, precisamos de alento para o enfrentamento de um 2016 que se prenuncia tão dramático e preocupante como foi 2015. Peçamos ao Menino que nos inspire, nos anime e nos municie de confiança no porvir que teremos de enfrentar, alegres ou não.

*José Renato Nalini é presidente do Tribunal de Justiça de São Paulo

Dupla Durval & Davi na virada do ano em Urânia

A Prefeitura de Municipal de Urânia está anunciando mais uma sensacional atração para a tradicional virada de ano (réveillon) que acontece na noite de 31 de dezembro e atrai milhares de visitantes para compartilhar da festa uraniense. Este ano, a administração municipal vai premiar o público com o show da dupla Durval & Davi que deverá reunir na praça principal da cidade milhares de pessoas como tem ocorrido em anos anteriores.

"Será com certeza mais uma festa bonita voltada para as famílias uranienses e os visitantes que tradicionalmente se dirigem à nossa cidade para celebrar a chegada do novo ano. Vamos fazer um grande evento mais uma vez", disse o prefeito Airton Saracuza.

Dupla - Os irmãos Durval e Davi nasceram na cidade de Goianésia-GO e vêm de uma família simples. Em 1971, ainda adolescentes, participaram de um festival na Rádio Alvorada. Entre trinta participantes levaram o primeiro lugar.

Em 1973 um empresário levou-os para a gravadora Continental. No mesmo ano sai o primeiro LP, que tinha o nome da dupla.

O sucesso das músicas "Minha Mãe é uma Santa", "A Gaivota" e "Buscando a Felicidade" abriu as portas do sucesso. Em 1974 vem o segundo LP, também com o título "Durval & Davi", que teve sucessos como "Minha Gratidão", "Solidão na Praia" e o "Menino da Gaita". O terceiro LP, de 1975, tornou-se um marco em suas carreiras. A música "Meu Natal sem Mamãe". "A canção nos proporcionou o primeiro disco de ouro e vendeu mais de 250 mil cópias, e ficaram conhecidos nacionalmente.

Ficaram cinco anos sem gravar, apenas fazendo apresentações, até que receberam um convite da gravadora Warner Continental. Era o ano de 1985 e o sétimo álbum da dupla e a música de trabalho receberam o título de "Canção da Esperança".

A dupla Durval e Davi tem uma parte importante de sua obra resgatada neste lançamento que integra a coleção Dose Dupla, dois discos em um só CD. Ao todo, são 21 faixas, incluindo "Mania de Querer", "Não Passou de um Sonho" e "Ser Feliz".

Mais um Natal

*Flávio Carvalho

Está chegando o natal. Estamos a alguns dias de ficarmos "bonzinhos", estamos a alguns dias de ficarmos mais sensíveis, mais carinhosos, mais pacientes. É sempre assim na época do natal conseguimos perdoar mais facilmente, somos mais tolerantes. Na época do natal pensamos mais nos menos afortunados. Na época do natal nos emocionamos facilmente, choramos por qualquer coisa. Pensamos com emoção em Jesus e no seu martírio. Na época de natal somos verdadeiros cristãos!

Será que somos cristãos ou demagogos? Pois o resto do ano nos esquecemos de Jesus, a não ser quando queremos pedir algo. No resto do ano nos esquecemos dos mais carentes, dos pobres de espírito. No resto do ano esquecemos que o mundo está em guerra, que milhares de crianças estão morrendo de fome todos os dias. No resto do ano só queremos ganhar, ficarmos ricos, acumular bens materiais. No natal pensamos em dividir um pouco, refletimos sobre a desigualdade e a injusta repartição de riquezas. Ou seja, na época do natal ficamos "bonzinhos" . Será isto demagogia? Ou na época do natal conseguimos ser mais nós mesmos? Será que na época de natal nos aproximamos do nosso verdadeiro ser? Não sei responder!

Natal deveria ser todos os dias. Deveríamos nos lembrar de Jesus todos os dias, deveríamos ser bondosos, sensíveis, caridosos os 365 dias do ano. Por que não conseguimos? Como deixamos nossos corações endurecerem logo após o natal? E que magia é essa que a época de natal exerce sobre nós? Não tem magia alguma. É que nesta época nos lembramos de maneira especial daquele nosso Irmão mais velho que deu a vida por nós. Na época de natal nos lembramos da maneira correta de Jesus, seu exemplo de vida, sua bondade e seu amor para conosco.

Como seria melhor o mundo se nos lembrássemos de Jesus desta maneira todos os dias, em todas as épocas. O mundo sem dúvida seria muito melhor. O amor reinaria com maior facilidade, seríamos mais felizes e, mais ricos.

O espírito natalino já começa a contaminar as pessoas. Sei disso, pois já começo a pensar em fazer as pazes com aqueles que estou distanciado, já começo a pensar naqueles parentes "malas" com um certo carinho e nostalgia. No resto do ano nem me lembro que eles existem, mas na época do natal são meus parentes.

Como seria bom se o natal fosse todos os dias. Ganharíamos presentes todos os dias, não estou falando de presentes materiais, que também é bom de se ganhar, falo de outros presentes, de carinho, perdão, novas amizades etc.

Se acreditarmos e, desejarmos fortemente, poderemos ter um natal eterno. O primeiro passo para que isso aconteça é nos lembrarmos de Jesus todos os dias, é jamais esquecermos suas máximas morais e seu exemplo de vida. Muitos pensam em Jesus como um Deus se esquecem que ele só é nosso exemplo de vida por ter vivido exatamente como nós, de "carne e osso", se ele fosse um Deus seu exemplo de vida não seria tão maravilhoso assim. Para que possamos fazer de todos os dias natal, temos que seguir as pegadas de Jesus, ou seja, fazer do seu exemplo de vida nosso meio de vida. Temos que repensar o nosso Cristianismo.

Enquanto não estamos preparados, ainda, para sermos como Jesus, vamos tocando nossas vidas e, no natal nossos sentimentos e ações se aproximam um pouco com os de Jesus.

Não prestamos atenção, mas as dificuldades financeiras, a crise, contribui para com que nos aproximemos cada vez mais. Como não temos dinheiro sobrando para presentes, passemos então a dar carinho, abraços, perdão e amor.


*Flávio Rodrigo Masson Carvalho

equilibriumtc@hotmail.com

Unidade III de Jales busca parceiros em prol a Casa de Apoio Padre André

 
Na terça-feira, 15 de dezembro, a equipe executora (foto)
 de projetos do Hospital de Câncer de Barretos - Unidade III Jales, sob a responsabilidade do administrador Roger Mauro Dib esteve reunida com a imprensa para explicar o projeto "Adote uma Causa", em prol da Casa de Apoio Padre André.

O hospital, além do foco principal que é a saúde do paciente tratada com amor e humanização, também se preocupa com a assistência social a eles e seus familiares disponibilizando alojamento durante todo o período de tratamento.

O alojamento antigo foi montado dentro da própria estrutura do hospital, onde ficava a casa do antigo caseiro que foi reformada e adaptada para as necessidades dos pacientes em torno de 20 pessoas e, segundo foi explicado rapidamente ficou pequena "e o hospital passou a ter gastos com hotéis para hospedar os pacientes que se adequavam ao perfil social".

Em parceira com a AMACOR (Aprenda a Amar seu irmão com toda a tua alma e todo o teu coração) foi cedido o espaço e a Associação dos Voluntários no Combate ao Câncer mobiliou e estruturou todo o novo alojamento com a abertura de mais 20 vagas, ficando então com 38 vagas.

"Com o crescimento do hospital (da Unidade III de Jales) esta estrutura também ficou pequena e voltamos a ter novos gastos com hotéis e, apresentando os custos para a diretoria, e decidimos então expandir o alojamento Padre André, e trabalhamos nas buscas de recursos para essa ampliação e houve a parceira da Diocese, AVCC de Jales, AVCC de Urânia, Amigos de Palmeira d´Oeste e muitas outras colaborações", explicou a equipe executora.

Na sexta-feira, 06 de março deste ano, foi reinaugurado o alojamento com capacidade para 70 pessoas, com vestiário, refeitório, área de serviço, varanda e projetos de lazer e terapia ocupacional, que levou o nome do padre André Bortolameotti, figura importante na história do Hospital.

Segundo a equipe executora de projetos da Unidade III Jales, a estrutura do hospital hoje, está suficiente para a demanda do hospital que conta ainda com casas de apoio de diversos municípios que hospedam pacientes de suas cidades "aliviando a estrutura do hospital e deixando o paciente mais próximo do tratamento oncológico".

São casas de apoio em Jales: - Birigui (SP) 10 vagas; Valparaiso (SP) 10 vagas; Araçatuba (SP) 10 vagas; Itajá (GO) casa própria AVCC com 21 vagas; Santa Vitória (MG) 8 vagas; Amacor 20 vagas e Hotel Primus e Palace Hotel 70 vagas.

Na Casa de Apoio Padre André são oferecidas cinco refeições diárias, equipe multidisciplinar em várias áreas: aulas de xadrez; café da manhã ás quartas-feiras com a equipe multidisciplinar e comemorando uma vez por mês os aniversariantes do mês e projeto Dudalina (quintas-feiras à tarde toda - Patechwork com tecido linha e máquina toda doada pela empresa Dudalina).

O projeto "Adote uma Causa" acolhendo a Casa de Apoio Padre André tem por objetivo acolher, como próprio nome já diz, os pacientes que ficam na Casa de Apoio nos finais de semana que, infelizmente, ficam impossibilitados de retornar para suas cidades e fica com suas famílias em suas casas devido a distância, é que você seja mais um parceiro a participar com os demais que já estão envolvidos neste projeto humanizado.

Os parceiros tem um papel fundamental dentro do projeto como cuidar do alojamento nos finais de semana, onde os pacientes ficam sozinhos e longe da família. Aos sábados algumas atrações saudáveis são realizadas para distrair com música, bingo e café da tarde. Já aos domingos é servido o almoço e bingo.

O nível de importância do projeto é fazer com que os pacientes se sintam mais acolhidos, e possam distrair com a presença das entidades, para que com isso o fim de semana posse mais rápido e eles não sintam tanta falta de casa e da família.

Gerar mais satisfação e equilíbrio mental para o paciente que está no alojamento, dando-lhe forças para encarar o longo tratamento oncológico são os objetivos e resultados desejados.

Cada fim de semana uma entidade ficará responsável pelo alojamento na parte da alimentação e entretenimento. São parceiros do hospital no projeto: AVCC, Lions Clube, Rotary Clube de Jales, Rotary Clube de Jales Grandes Lagos, Loja Maçônica Coronel Balthazar, Loja Maçônica Terceiro Milênio, Voluntários Do Bem de Palmeira D´Oeste e Hospital de Câncer de Barretos - Unidade III Jales

Colação de Grau é marcada pelo clima de emoção

Daniel Zílio

 
A Unijales realizou no dia 17 de dezembro a Colação de Grau das turmas de Bacharelado, Licenciatura e Superior de Tecnologia.
Emoção e muita alegria marcaram a cerimônia de formatura dos cursos Administração, Ciências Contábeis, Educação Física, Enfermagem, Farmácia, Fisioterapia, História, Pedagogia, Sistemas de Informação e Estética e Cosmética, na Primeira Igreja Batista de Jales.

Estiveram presentes no evento, o reitor Silvio Luiz Lofego, a mantenedora Maria Christina Fuster Soler Bernardo, a diretora de graduação Rosangela Bordon Bigulin, o Delegado Regional de Contabilidade Murió Suzuki, o Representante do Conselho Regional de Administração (CRA) da Seccional de São José do Rio Preto Evandro da Silva Azevedo, coordenadores, professores e funcionários.

Os canudos foram entregues pelos paraninfos escolhidos por alunos de cada uma das turmas. Durante a solenidade de formatura, o reitor Silvio Luiz Lofego prestou uma homenagem a ex professora da Unijales e patrona da formatura, Maria Angélica Mistilides Polizio.

Ainda na cerimônia, duas grandes homenagens fizeram com que o clima de emoção tomasse conta da colação de grau. Os alunos do curso de Pedagogia fizeram uma Homenagem Póstuma à aluna Farah Lívia, que faleceu em um trágico acidente há dois meses da formatura. O outro momento foi a colação de grau ao aluno do curso de História, Roque Castardo (na foto ao centro), que concluiu sua graduação com 84 anos de idade.

Além da Colação de Grau, cada curso organizou seus bailes e jantares para receber e comemorar com seus pais, familiares e amigos.

Magistrado Fernando de Lima será agraciado com a Medalha XV de Abril

Os vereadores aprovaram por unanimidade na sessão de segunda-feira, 14 de dezembro, projeto de Decreto Legislativo de autoria de todos os parlamentares concedendo a Medalha XV de Abril ao juiz de direito do Juizado Especial Civil e Criminal de Jales, Fernando Antônio de Lima (foto), em "reconhecimento aos seus notáveis serviços prestados como magistrado em Jales".

A Medalha XV de Abril foi instituída pela Resolução nº 03/95, de 25 de abril de 1995, originada de um Projeto de Resolução de autoria do vereador Ari Dalton Martins Moreira e é destinada a quem se distingue por atos de coragem, altruísmo, notável sucesso profissional ou relevantes serviços prestados ao Município de Jales.

O magistrado Fernando Antônio de Lima nasceu em 23 de novembro de 1978, em Santa Fé do Sul (SP). Veio para Jales em agosto de 2011, já na condição de magistrado, e assumiu imediatamente a Vara do Juizado Especial Civil e Criminal. Nesta função destacou-se por sua dedicação e profissionalismo, resolvendo centenas de casos em benefício e tranquilidade da população em geral.

O Juiz destaca-se também por seu trabalho benemérito na Sociedade São Vicente de Paulo. O Poder Legislativo de Jales, em sessão solene, fará a entrega da honraria no próximo ano, durante o período de comemoração do aniversário de fundação da cidade.

terça-feira, 22 de dezembro de 2015

Após ação do MPF, Município de Dolcinópolis/SP tem 30 dias para repassar à Caixa

Após ação do MPF, Município de Dolcinópolis/SP tem 30 dias para repassar à Caixa
valores de empréstimos descontados em folha de servidores
Funcionários tiveram os nomes negativados indevidamente; ação pede reparação de danos morais e materiais
Após ação do Ministério Público Federal em Jales, no interior de São Paulo, a Justiça Federal determinou, em caráter liminar, que o Município de Dolcinópolis repasse à Caixa Econômica Federal, em até 30 dias, os valores de empréstimos consignados feitos por 85 servidores. Apesar de ter realizado os descontos na folha
de pagamento, a municipalidade não transferiu os valores ao banco, que negativou indevidamente os nomes dos funcionários. A liminar determina também que a Caixa retire os nomes dos cadastros de proteção ao crédito, como, por exemplo, Serasa.
Questionado pelo MPF durante o processo, o Município de Dolcinópolis esclareceu que estaria passando por um período de grande desequilíbrio financeiro, o que a impossibilitou de saldar suas obrigações e transferir os valores devidos à Caixa. Em
janeiro de 2015, o banco registrava cinco parcelas em atraso, referentes aos empréstimos consignados dos servidores da cidade, apesar de a administração municipal ter se comprometido a quitar a dívida até o fim do ano passado.
Para o procurador da República José Rubens Sales, responsável pela ação, ao não repassar os valores retidos de seus servidores, a Prefeitura de Dolcinópolis feriu o princípio da moralidade administrativa e o dever da boa-fé. A Caixa Econômica Federal também lesou os mesmos princípios da administração pública visto que inscreveu o nome dos clientes em cadastros de proteção ao crédito mesmo sabendo que a responsabilidade pela falta de pagamento era do gestor municipal.
DIREITOS DO CONSUMIDOR. Como resultado, os servidores tiveram sua dignidade violada e seus interesses econômicos prejudicados. Ao ter seus nomes indevidamente negativados, os consumidores sofreram constrangimentos e restrições de crédito,
mesmo após o valor mensal do empréstimo consignado ser descontado de seus salários.
Por isso, o MPF também pediu na ação que, ao final do processo, o Município de Dolcinópolis e a Caixa sejam condenados a reparar os danos materiais e morais causados aos servidores, em valor não inferior a R$ 1 mil, para cada inscrição indevida.
O número do processo é 0000649-76.2015.4.03.6124. Para consultar a tramitação,
acesse: http://www.jfsp.jus.br/foruns-federais/
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17/06/15 – MPF em Jales/SP entra com ação contra Prefeitura de Dolcinópolis por não
repassar à Caixa valores de empréstimos consignados após desconto em folha de
servidores