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sábado, 25 de julho de 2015

Noite de Pizzas Beneficente - Sábado, 1° de agosto - das 20 às 22 horas

No sábado, 1° de agosto, das 20h às 22h, a Associação Espírita "Chico Xavier", sito à rua Goiás n° 4.336, jardim Paulista, em Jales, realiza em sua sede, mais uma tradicional Noite de Pizza beneficente, onde você poderá, com a família, deliciar-se com vários tipos de pizzas, preparadas com o maior carinho.

Cada convite individual - self-service custa R$ 17 e pode ser adquirido com os trabalhadores e colaboradores para com a entidade, ou através dos telefones 99714 3425 com Pedro, e 99616 0818 com Paulo.

Obs: As pizzas serão iguais somente quando os nomes forem idênticos. A base pode ser a mesma, mas a composição é diferente. As nossas pizzas não são repetidas durante o ano.
No cardápio, os seguintes tipos de pizza:
        
*Galo da serra
 
*San Marino
*Las Vegas
*Dinamarquesa
*Quatro queijos
 
 

Feliz aniversário


Marlene Barroso, com a neta Gabrielly, festejou domingo, 18 de julho, mais um anviersário. Familiares participaram da importante data na vida de Marlene e desejara-lhe muitas felicidades

Colaboradores participam de Festa Julina da Santa Casa


 
Música, comida típica, trajes julinos, alegria e descontração não faltaram no 7º Arraiá da Santa Casa de Jales, organizado pelo setor de Psicologia, Captação de Recursos, Associação dos Funcionários e Sindicato da Saúde, na última sexta-feira, 17 de julho, no Clube dos Funcionários.

Cerca de 200 colaboradores, familiares e voluntários do hospital puderam desfrutar de um ambiente diferenciado, com direito a cachorro quente, churros, salgadinho, pipoca, amendoim, maça do amor, algodão doce, bolos, doces típicos, chocolate quente e quentão, tudo oferecido sem custo nenhum aos participantes.

De acordo com a psicóloga da instituição e uma das organizadoras da festa, Jihan Said, este evento teve como objetivo levar diversão e entretenimentos aos colaboradores. "Nós que trabalhamos na área da saúde, sabemos que a vida é algo tão suntuoso e breve, que viver já seria um dos únicos motivos para celebrar, foi com este pensamento que realizamos este evento com tanto carinho aos funcionários".

Para a colaboradora Sueli Carlos Garcia Ferro, recepcionista do setor ortopedia, trabalha há mais de 26 anos no hospital e participou pela segunda vez da festa julina. "Eu e meu marido adoramos a festa, foi bem organizada, a decoração estava linda, aproveitei até para dançar quadrilha, nos divertimos muito".

Prestigiaram a festa julina o provedor José Pedro Venturini, o administrador hospítalar Valdenis Nves e respectivas esposas. Todos os registros do 7º Arraiá ficaram por conta da fotógrafa voluntária Dara Freitas, e também dos clicks da Luiza Elizabeth da Silva.

Palmeira d`Oeste entra no Circuito Cultural Paulista

A partir de agosto, mais oito cidades do interior receberão as atrações do Circuito Cultural Paulista, programa da Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo, entre elas Palmeira D’Oeste,da micror região de Jales

Com isso, 110 cidades passam a ser beneficiadas com projeto, que realiza anualmente cerca de 840 apresentações que contemplam diversas linguagens artísticas, como teatro adulto e infantil, circo, dança e música. Nomes como Fernanda Montenegro, Toquinho, Lucélia Santos, Malvino Salvador, dentre outros. O programa é executado pela Associação Paulista dos Amigos da Arte (APAA).

"O objetivo do Circuito Cultural Paulista é difundir a cultura, por todo o interior e litoral, oferecendo espetáculos gratuitos de alta qualidade para toda a população. Ampliar a presença do programa em todas as regiões do Estado, atendendo, no mínimo, 20% dos municípios de cada Região, é uma das metas da Secretaria de Cultura", afirma o Secretário de Cultura do Estado, Marcelo Mattos Araujo.

A seleção dos novos municípios inclui critérios que garantem a distribuição geográfica do Circuito Cultural Paulista. Além disso, foram incluídas as cidades cujas Prefeituras se comprometeram com a parceria necessária ao projeto, já que as apresentações acontecem nos teatros e centros culturais municipais.

A cada dois meses, novas atrações são anunciadas no Circuito Cultural Paulista, contribuindo para que a cultura seja inserida ao cotidiano da população de forma diversificada, ao mesmo tempo valorizando as instituições culturais locais. Informações sobre as apresentações, agenda e lista completa de cidades participantes podem ser conferidas no site www.circuitoculturalpaulista.sp.gov.br.

O Cras de Urânia realiza palestra sobre aborto aos beneficiários dos programas sociais



O Centro de Referência da Assistência Social - Cras de Urânia, com o apoio da Prefeitura Municipal, realizou nesta terça - feira 21 de julho, uma palestra sobre Aborto, diga Não!
Ministrada por Crislaine Calanca, as 19h30m, no próprio prédio do Cras, a palestra contou com a participação da assistente social Rosilene Bogaz Rodrigues de Oliveira.
"A vida de um ser existente se inicia desde a concepção, onde existe a formação do embrião até o seu nascimento, em pleno século XXI, este assunto polemico em determinadas ocasiões gera-se conflitos sobre enfrentamento dos direitos humanos", disse a palestrante Calanca.
"Sobre uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), votada em 2012, é permitido à prática do aborto, em casos como: quando há risco de vida para a mulher; quando a gravidez é fruto de um estrupo e, se o feto ou embrião for encefálico" explicou Crislaine Calanca aos participantes, enfatizando ainda que "casos outras medidas que não diz aos itens citado, à prática se torna crime, perante o Código Penal Brasileiro em vigor desde 1984, prevendo detenção de 1 ano a 4 anos de reclusão".
Segundo a palestrante expôs aos prsentes, o direito à vida é uma essência de valores humanos e com essa prática de crueldade interrompe-se um ciclo da natureza criada por Deus e, "é uma questão de sentimentos, auto - defesa de um embrião não pode ser protegida a não ser pelo Pais, com isso lutamos pelo direito de uma educação, cultura, decisões, simplesmente para somar, agregar valores à família com união de um amor fraternal".
Dedicamos esse tema com amostra de momentos reais a quem utiliza a esse destino bárbaro com uma vida que pulsa indefesa dentro de um ventre e, finaliza-se que o " aborto deixa cicatrizes que o tempo não consegue apagar esse gesto ou atitude, quando a vida é única e fundamental para todos, somos herança do Criador, diga Não à essa monstruosidade!" completou a palestrante Crislane Calanca.

Vida de cão, por Flávio Carvalho

 
Realmente, quando chego em casa meu cachorro me sorri latindo e, com suas lambidas me sinto amado. E quando o tenho em meus braços posso sentir toda sua dependência, toda sua fragilidade. Dependendo da minha memória para se alimentar, para tomar água. Dependendo da minha vontade para passear e para namorar. Se eu não arrumar uma cachorra no cio, ele terá que se contentar com as pernas das visitas.

Já ouvi várias pessoas me dizerem: "Eu queria ter a vida do seu cachorro", e muitos disseram: "Eu queria ser o seu cachorro". Como estamos desesperados! Ou, como nossas vidas estão umas porcarias!

Acho que nós é que estamos tendo uma "vida de cão", muito sofrimento e pouco, muito pouco prazer. E em breve estaremos disputando os ossos com os nossos amigos caninos, pois estamos cada vez mais pobres. Estamos trabalhando "pra cachorro" e ganhando cada vez menos. A vida não está fácil para os "animais racionais", no mundo real a competição está dura demais. Está cada vez mais difícil garantir o pão de cada dia, a carne então, nem se fala.

Vocês sabem quais os ingredientes que compõem as rações caninas? Leiam a embalagem. Já estou pensando em passar a dividir a ração com o meu cãozinho pelo menos uma vez por semana, depois irei aumentando a quantidade de dias até passar a comer somente ração. Alimento rico em proteínas, que contém legumes, soja, fígado, carnes ou frango. Posso até estranhar no começo, mas o meu cocô vai sair duro e sequinho e os meus pelos vão ficar brilhantes e sedosos.

A música me manda: "trocar o meu cachorro por uma criança pobre, sem parente, sem carinho, sem rango e sem cobre, e se assim eu fizer deixarei na estória de minha vida uma notícia nobre. Eu tenho que ser mais humano, menos canino. Tenho que dar guarida para o cachorro, mas também para um menino. Senão corro o risco de um dia desses amanhecer latindo". Eduardo Dusek jamais deve ter tido um amigo canino. E olha que quando ele fez tal música era muito mais fácil conviver com "os racionais", pois hoje em dia mal nos agüentamos, o que dirá destes meninos cheios de energias, inteligência e muita informações? E disse o Dr. G.: "Quanto mais conheço os homens, mais amo meus cachorros".

Vida de cão! Cada vez mais homens a estão vivendo, mesmo sem nunca terem possuído um amigo canino.

Devemos amar cada vez mais nossos cães, ou qualquer outro bichinho de estimação. Mas é muito mais importante começarmos a nos amar. Nos amarmos como irmãos, filho de um mesmo Pai, e nos ajudarmos. Quando conseguirmos nos livrar de todo orgulho e egoísmo que ainda insistimos em carregar em nossas almas, continuaremos a levar uma "vida de cão".

Mister se faz que consigamos nos amar urgente, ou então teremos que aprender a latir.

Flávio Rodrigo Masson Carvalho equilibriumtc@hotmail.com

Alunos soldados do 16° BPM/I participam de campanha de doação de medula óssea






Na tarde de quarta-feira, 22 de julho, os alunos do Curso Superior de Soldados do 16º BPM/I, participaram de mais uma ação de amor ao próximo e comprometimento com a comunidade.  Eles se cadastraram voluntariamente como doadores de Medula Óssea no Banco Nacional de Doadores e agora poderão ajudar a salvar vidas.
Para se cadastrar, basta procurar um Hemocentro e doar uma pequena quantia de sangue. O cadastro é rápido e pode-se aproveitar a oportunidade para fazer também a doação de sangue.  O horário de funcionamento do Hemocentro de Fernandópolis é de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 18h30, sendo que às quartas-feiras funciona até às 20h00 e aos sábados das 8h às 12h.
A unidade fica situada na rua Simão Santos Gomes, n.º 266, Jardim Santista, ao lado do Pronto Socorro da Santa Casa de Misericórdia. O telefone para informações é o (17) 3442-5544.

Seja você também um doador de sangue e medula óssea. A campanha continua. Junte-se a nós na Batalha pela Vida e seja você também um Herói.

Parceria Profissional: Psicologia x Fonoaudiologia, por: Francieli Trevizan

 
As profissionais Jehan Said – Psicóloga e Francieli Trevizan F. Tonelotti – Fonoaudióloga atendem a população de Jales, Fernandópolis e região na Clínica Multidisciplinar de Jales.

Realizaram uma parceria no atendimento em grupo para público infantil, tiveram resultados positivos e compartilharam estas informações com a população.

Os atendimentos abrangeram aspectos de promoção da saúde, prevenção, avaliação e diagnóstico, bem como orientação familiar e planejamentos terapêuticos, que tiveram por finalidade promover o equilíbrio e a adaptação ativa do indivíduo consigo mesmo e com seu ambiente.

A partir da troca de experiências foram observados um grande número de pais, assim como encaminhamentos de escolas e de profissionais da equipe de saúde em busca de atendimento infantil.

A maioria dos encaminhamentos estavam relacionados à comportamentos agressivos, falta de limites, hiperatividade, dificuldades de aprendizagem e de relacionamento.

Assim, foi pensado na construção de um espaço coletivo que pudesse trabalhar estas questões, desmembrando o sintoma que até então era visto apenas como individual e patológico. A partir dessa compreensão buscou-se dialogar e construir uma abordagem grupal que mobilizasse tanto a equipe profissional, quanto os espaços institucionais, como escola e família.

Foram selecionadas as crianças que estavam em atendimento individual com fonoaudióloga e psicóloga, que apresentavam dificuldades em ambiente de socialização, em contexto com outras crianças da mesma faixa etária. Sendo que estas precisavam ser inseridas em um ambiente social para desenvolver a habilidade de linguagem oral e escrita, bem como comunicação interpessoal.

Verificou-se maior índice de alta por resolutividade nos casos clínicos porque as crianças se beneficiaram de um espaço em grupo.

Artigo Elaborado por: Francieli Trevizan – Fonoaudióloga / Resultado de Atividade de Aperfeiçoamento em Educação Permanente em Saúde pela EAD - Fiocruz

Dengue, chikungunya e zika vírus: o cidadão carrega a culpa, por Por Luiz Fernando Pavan da Silva

O Brasil enfrenta, neste ano de 2015, um dos piores períodos já registrados em relação à dengue. Segundo os últimos dados informados pelo Ministério da Saúde (MS), até a semana epidemiológica 23 (SE 23), considerado o período de 04-01-2015 a 13-06-2015, foram registrados impressionantes 1.125.955 casos prováveis da doença, dos quais 841 foram casos graves e 11.900 com sinais de alarme. No mesmo período de 2014, foram registrados 518 casos graves e 7.038 com sinais de alarme. Sem dúvida, um aumento considerável.

Mais preocupante ainda foram os casos de óbito decorrentes da doença – 434 contra 306 casos registrados –, um aumento drástico de 42% em comparação a igual período no ano anterior.

Outra doença que anda preocupando é a febre Chikungunya, com nomenclatura nada comum e ainda pouco discutida, que já fez muitas vítimas: ainda de acordo com dados do MS, 3.657 casos foram notificados em 2014. Neste ano, até a SE 23 já foram registrados 7.267 casos suspeitos da febre.

Como se não bastasse, tivemos a estreia de um novo, e não menos importante, coadjuvante também transmitido pelo mosquito Aedes Aegypti, denominado Zika Vírus. Pesquisadores do Instituto de Biologia da Universidade Federal da Bahia (UFBA) descobriram o vírus causador da doença, cujos sintomas em muito se assemelham aos da dengue, porém de forma mais branda, e que andou assombrando os moradores da Bahia. Na América Latina, foi o primeiro indício da doença, que é mais comum na África e Ásia.

Mas por que a situação tem-se agravado tanto neste ano? Muito se culpa a situação da falta d’agua enfrentada recentemente, uma vez que muitos moradores das regiões afetadas adotaram o hábito de armazenar a água da chuva sem tomar os devidos cuidados, mas a situação não está grave apenas nessas regiões... Então o que está acontecendo? A realidade é que a grande massa anda bastante despreocupada com a real situação, especialmente quando a pauta é a prevenção.

No Brasil, são comuns alguns hábitos que contribuem muito para a situação que estamos enfrentando.

Muitas famílias, por exemplo, utilizam a reciclagem como complemento à renda – os materiais recicláveis geralmente são vendidos a empresas especializadas –, todavia essas famílias não atentam para o devido armazenamento desses materiais, que acabam tornando-se potenciais criadouros do mosquito transmissor dessas doenças. Ainda há casos de idosos que têm o costume de cultivar mudas de plantas diretamente na água e não se preocupam com os famosos pratinhos em vasos, que geralmente acumulam água parada. Também existe o curioso e estranho "hobby" de armazenamento de entulhos e materiais inservíveis nos quintais, que fazem das residências apenas mais um local de procriação desenfreada do mosquito.

Por outro lado, há pessoas que se preocupam em limpar seus quintais, mas depositam todo o entulho em vias públicas e exigem que as prefeituras tomem providências do recolhimento, inclusive de lixo doméstico. Outros muitos atravessam quarteirões para jogar lixo em áreas verdes ou terrenos baldios (alheios, obviamente), mesmo o município sendo dotado de coleta diária de lixo.

O problema está, pois, na cultura ou costumes, no comodismo e na falta de educação de grande parte da população.

Fui Agente Comunitário de Saúde por alguns anos, e ainda como profissional da área de saúde enxergo de perto esta triste realidade: a população não mais absorve as campanhas e orientações contra a dengue e afins. As orientações passadas pelos profissionais de saúde de casa em casa geralmente são ignoradas, e existe um erro na grande maioria das campanhas, que geralmente não transmitem a real gravidade da doença. É comum vermos campanhas televisivas, cartazes, folhetos e folders com caricaturas engraçadas do mosquito e peças teatrais com pessoas bizarramente fantasiadas, o que acaba atribuindo um ar cômico para a situação, quando, na realidade, as doenças são GRAVES e MATAM.

Está claro que as estratégias adotadas pelo poder público devem ser revistas e as campanhas urgentemente renovadas. A prática de multas severas deve ser implementada nos municípios sem deixar que interesses políticos interfiram – e talvez uma bonificação aos exemplares possa ser planejada. Reeducar a população é um desafio necessário; agir com urgência é preciso.

Não podemos generalizar, mas, se não fosse a falta de educação e de responsabilidade, o relaxo, a preguiça e, como nossos avós diziam, "falta de vergonha na cara" de uma grande fatia populacional, não estaríamos enfrentando essa situação e medidas drásticas talvez não precisariam ser adotadas.

Luiz Fernando Pavan da Silva: Acadêmico do curso de Administração da UFMS – Campus de Três Lagoas/MS. E-mail: fernando.pvn@gmail.com

Editais de Proclamas

Rosimeire Ensides Tomazeli, Oficial Interina do Registro Civil das Pessoas Naturais e de Interdições e Tutelas da Sede da Comarca de Jales, Estado de São Paulo. FAZ SABER que pretendem casar-se e apresentaram os documentos exigidos pelo artigo 1.525 do Código Civil Brasileiro.

RINALDO MARIA ALVES e AGDA PEREIRA DOS SANTOS. ELE, natural de Paranapuã, deste Estado, nascido aos 11 de setembro de 1.965, musico, solteiro, residente e domiciliado nesta Cidade, filho de Benedito Maria Alves e de Marcelina Alves Toledo. ELA, natural de Urânia, deste Estado, nascida aos 08 de outubro de 1.970, do lar, solteira, residente e domiciliada nesta Cidade, filha de Jair Pereira dos Santos e de Aparecida Barbosa dos Santos.

RICARDO VIRGILIO SANTOS e DAIANE CAGNIN SANCHES. ELE, natural de Santos, deste Estado, nascido aos 18 de dezembro de 1.979, eletricista, divorciado, residente e domiciliado nesta Cidade, filho de José Virgilio Santos e de Ines de Lazaro Santos. ELA, natural de Santo André, deste Estado, nascida aos 25 de julho de 1.989, controlador de acesso, solteira, residente e domiciliada nesta Cidade, filha de Francisco Sanches Depetri e de Maria Helena Sanches.

JOÃO PEDRO BORGES DA SILVA e SIMONE GONÇALVES DE SOUZA. ELE, natural de Jales, deste Estado, nascido aos 18 de setembro de 1.993, auxiliar administrativo, solteiro, residente e domiciliado nesta Cidade, filho de Wagner Borges da Silva e de Sonia Aparecida Borges da Silva. ELA, natural de Itanhaém, deste Estado, nascida aos 23 de março de 1.993, secretária, solteira, residente e domiciliada nesta Cidade, filha de Alceu Gonçalves de Souza e de Sueli Cabalo de Souza.

MARCO ANTONIO PEREIRA e ANA LÚCIA MORAIS. ELE, natural de Mesópolis, deste Estado, nascido aos 29 de janeiro de 1.971, motorista, solteiro, residente e domiciliado nesta Cidade, filho de Valdemar Ferreira e de Neide Pupim Ferreira. ELA, natural de Jales, deste Estado, nascida aos 24 de abril de 1.976, vendedora, solteira, residente e domiciliada nesta Cidade, filha de Luiz Pontes Morais e de Ana dos Reis Morais.

UESTON DOS REIS DA SILVA e ELIANA CYPRIANO FRANCISCO. ELE, natural de Populina, deste Estado, nascido aos 17 de abril de 1.974, motorista, solteiro, residente e domiciliado nesta Cidade, filho de Maria Osoria de Jesus. ELA, natural de Popuina, deste Estado, nascida aos 17 de setembro de 1.979, consultora, solteira, residente e domiciliada nesta Cidade, filha de Laudelino Francisco e de Maria do Carmo Cypriano Francisco.

JEFERSON JOEL FRAGA e EDINEY GUSMÃO JUNIOR. O PRIMEIRO, natural de Florianópolis, Estado de Santa Catarina, nascido aos 25 de outubro de 1.984, empresário, solteiro, residente e domiciliado nesta Cidade, filho de Joel José Fraga e de Marilda Genesia Fraga. O SEGUNDO, natural de Jales, deste Estado, nascida aos 11 de julho de 1.969, professor, solteiro, residente e domiciliada nesta Cidade, filho de Maria Aparecida Gusmão.


SE ALGUÉM SOUBER DE ALGUM IMPEDIMENTO OPONHA-O NA FORMA DA LEI. LAVRO OS PRESENTES PARA SEREM AFIXADOS NO REGISTRO CIVIL E PUBLICADOS NA FOLHA NOROESTE, NESTA CIDADE DE JALES.
Rosimeire Ensides Tomazeli

Oficial Interina



Associações regionais de municípios reúnem-se em Rio Preto para evitar a falência das prefeituras

As associações de municípios do Estado de São Paulo reúnem-se, na próxima segunda-feira (27/8), às 15 horas, na sede da AMA – Associação dos Municípios da Araraquarense, em Rio Preto, para definir as medidas que serão adotadas pelo descaso com que os municípios estão sendo tratados pelo Governo Federal, o que têm levado a maior parte deles à beira da falência. A principal proposta que será discutida no encontro é a paralisação das prefeituras.

Crise? Qual das crises?, por José Renato Nalini

Todos estão cansados de ler, ouvir e comentar que o Brasil está mergulhado numa policrise. Crise econômica, crise política, crise de confiança e de credibilidade, crise moral. Isso pode abater o ânimo do brasileiro, que sempre achou "jeitinho" para tudo e que agora sente a aproximação de dias terríveis.
Qual a reação nesse momento?

Existem aqueles que não tomam conhecimento. Acreditam que já passamos por estágios tão graves e os superamos. Há os derrotistas, que se entregam ao desalento e contaminam sua rotina de um catastrofismo indutor de somatização de graves enfermidades. Mas também existem aqueles que procuram encontrar alternativa para atravessar a borrasca.
Uma coisa é certa: não é "marolinha" o que o Brasil enfrenta. É mais para "tsunami" do que para garoa. Quem não enxerga as lojas fechando, os imóveis postos a aluguel tendo de baixar suas expectativas de renda ante uma deflação brava? Quem não se comove com a fila do desemprego, a única a crescer no País? E a construção civil ainda nem começou a sua despedida em massa. É questão de tempo.
Nesse estágio mais do que preocupante, é preciso garantir a sensatez e a serenidade. Respirar fundo. Cuidar da saúde. Não abandonar os exercícios físicos. Atentar para a alimentação saudável. E também procurar um pouco de sonho.
Pobre de quem só enxerga problemas à sua volta. Isso é muito comum para quem considera o trabalho um castigo: "ganharás o pão com o suor do seu rosto". Mas para quem gosta do que faz, o trabalho é diversão.
Isso é o que leva o Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, a despeito de todas as dificuldades, a manter acesa a chama da arte, da cultura, da música, da poesia e investir no projeto "Arte e Cultura no TJ", hoje disseminado por todo o interior.
A magia não pode desaparecer do cenário que já é triste. Aqueles momentos de boa música, de dança, de teatro, constituem lenitivo para quem só teria a rotina de um trabalho árduo, burocrático as mais das vezes, incompreendido e constantemente sob ameaça.
Pobre de quem não compreende o alcance de uma iniciativa que só pretende oferecer aos integrantes de um conglomerado encarregado de cuidar da miséria humana – basta adentrar ao mundo das traições, da falta de caráter, do descumprimento das obrigações, do fingimento e da falsidade, ingredientes naturais de todo processo judicial – uma janela para o sonho. Quem participa e vibra com o projeto, tira proveito dele: sou testemunha disso. Quem o não compreende continuará no seu mundinho de formalismos, de acanhada concepção do mundo e vai curtir as crises com os próprios talentos. O mundo plural reserva espaço para todos.
 José Renato Nalini é presidente do Tribunal de Justiça de São Paulo.

Callado pede instalação da “Estação SESI de Cultura” e cursos do SENAI

 
Prefeito Pedro Callado e representantes do Sesi,
Walter Vicioni Gonçalvez, e Ricardo Zaccarelli Lopes
 
 
O prefeito Pedro Callado se reuniu em São Paulo, na terça-feira, 21 de julho, com o diretor regional do SENAI-SP, Walter Vicioni Gonçalvez, que também é superintendente do SESI, oportunidade em que pediu a instalação de uma "Estação de Cultura SESI São Paulo" em Jales, e também, de uma sede de cursos do SENAI para capacitação profissional.
O encontro aconteceu na Federação das Indústrias do Estado de São Paulo/FIESP. O prefeito foi acompanhado por Ricardo Zaccarelli Lopes, diretor regional da FIESP, de Votuporanga.
A Estação SESI é um espaço cultural, com proposta de conhecimento e realização de atividades de cultura, artes e inclusão digital. O projeto inclui biblioteca, gibiteca, pontos de acesso à internet, sala com equipamento audiovisual, espaço multimídia, entre outras atividades totalmente gratuitas.
"A Estação SESI é importante para a população ter acesso a cultura. A oferta de cursos pelo SENAI vai proporcionar qualificação profissional aos nossos jovens e aperfeiçoamento aos trabalhadores das indústrias, Segundo dados da FIESP, Jales conta com mais de 1.650 empresas industriais e a vinda da Estação de Cultura SESI e dos cursos de capacitação profissional do SENAI vão beneficiar não só os jalesenses, mas toda comunidade regional", destacou Pedro Callado.

Chico Xavier

Pergunta- Pode-se afirmar que todos os homens que habitam hoje a Terra já tiveram uma existência anterior de vida?

Chico Xavier - Todos os que estão acima da inteligência sub-mediana são espíritos reencarnados. Agora, os Espíritos nos explicam que aquelas criaturas demasiadamente primitivas que às vezes nem mesmo se deslocam para o serviço de auto-alimentação, essas criaturas estarão talvez na primeira experiência de existência humana. Mas, desde que a criatura já nasça com determinadas tendências, essas revelam que as pessoas já viveram em outras fases, em outras instâncias.
Esta coluna tem o patrocínio e responsabilidade da "Associação Espírita "Chico Xavier" de Jales.

1ª Corrida do Desafio em prol da Santa Casa reúne competidores dos estados de Minas Gerais, Mato Grosso do Sul e São Paulo

A tarde de sábado, 18 de julho, foi marcada pela realização da 1ª Corrida do Desafio Contrarrelógio em prol da Santa Casa de Jales, foram mais de cem atletas inscritos, entre eles amadores e simpatizantes esportivos provindos das cidades de Birigui, Votuporanga, Fernandópolis, Araçatuba, Santa Fé do Sul, Pereira Barreto, Rinópolis, Mirassol, São José do Rio Preto, Ilha Solteira, Catanduva, Nhandeara, Iturama/MG, Uberlândia/MG e Cassilândia/MT.

O objetivo do evento foi promover e fortalecer o esporte na cidade, incentivar hábitos saudáveis, além de colaborar na arrecadação de recursos para o hospital. Na manhã de quarta-feira, 22 de julho, o secretário Ademir Molina e o triatleta Mair Gama estiveram presentes para a entrega simbólica do cheque de R$ 2.5500,00 reais, que rendeu das inscrições do evento. O provedor, José Pedro Venturini, agradeceu a atitude nobre e evidenciou que esta parceria vem de encontro com o objetivo da Santa Casa que é divulgar o nome da instituição para a sociedade. "Iremos utilizar este recurso para atender os pacientes que necessitam de cirurgias eletivas, e assim diminuir as filas, além de reduzir o número de viagens para São José do Rio Preto, sem prejuízo de continuar atendendo as cirurgias que estão sendo realizadas pelos recursos exclusivamente do SUS", evidenciou.

A corrida foi organizada pela equipe Trinaveia e teve apoio da Secretaria Municipal de Esportes, Cultura e Turismo de Jales, representado pelo secretário Ademir Molina, além da participação da Cronometragem Eletrônica realizada pela Alcer, Associação de Lazer, Cultura e Esportiva de São José do Rio Preto, presentes no evento os responsáveis Fernando Furlan e Marcelo Aroio.

O percurso de dez quilômetros de corrida e cinco quilômetros de caminhada percorrem as principais ruas e avenidas de Jales, e o desafio na classificação masculina de fazer a prova em 32 minutos, foi batido, o competidor de Mirassol, Anderson Souza da Cruz conseguiu e levou para casa o prêmio extra que totalizou R$ 900,00

Segundo o organizador e triatleta, Mair Gama, por ter sido o primeiro evento deste porte em Jales, pode-se afirmar foi um sucesso. "Apesar de termos outras competições na região, percebi que conseguimos mobilizar um número favorável de participantes. Fico satisfeito pelo resultado final e o nosso objetivo foi alcançado, todos vieram com a intenção de competir e ajudar a Santa Casa".

Um grupo de cinco amigos da cidade de Uberlândia vieram participar e dentre eles, estava o atleta mais velho da corrida, Walter Dias de 72 anos. "Corro desde 1983, comecei a criar este hábito após jogar bola, e então despertei a vontade de participar de competições. Para saúde é uma beleza, e não pretendo parar. Já participei de 82 maratonas de 42 quilômetros, e dez maratonas de 100 quilômetros". Walter, ainda destacou que constantemente os amigos viajam para competições nas cidades com até 350 quilômetros de distância de Uberlândia.

Para Nelson Nakano, 63 anos, de Jales, o intuito de participar foi colaborar com o hospital. "Nunca corri, mas quis participar com a intensão de ajudar a Santa Casa e ver meu preparo físico. Essa foi a minha primeira experiência, gostei muito, estava tudo bem organizado, e sempre que possível irei contribuir".

De acordo com o secretário Ademir Molina e a pedido do vereador Rivail Rodrigues Junior, que também esteve participando da competição, a ideia é colocar o evento no calendário esportivo da Prefeitura Municipal de Jales.

Pensar certo, por Reginaldo Villazón

O que não falta neste mundo é notícia ruim. Nos últimos anos, reportagens se repetem sobre um assunto desagradável. No Nordeste brasileiro, grandes quantidades de jumentos perambulam sem rumo pelas cidades e rodovias. Eles são abandonados pelos donos – bafejados pelo progresso econômico – que os estão trocando por motos e automóveis. Em consequência, os animais rejeitados sofrem total falta de cuidados. Muitos morrem de atropelamento nas vias urbanas e nas rodovias. Acontecem acidentes graves.

Há mais de uma década, a Região Nordeste recebe bons investimentos. Empresas do Brasil e do exterior viram oportunidades promissoras de operar na região, onde há mão-de-obra barata, recursos naturais disponíveis e grande mercado de consumo. Além disso, a criatividade nordestina ajuda a multiplicar a indústria e o comércio. O cenário é de progresso econômico, ainda que incipiente. Porém, o progresso econômico nunca pode ser visto isolado, fechado, independente. Ele está ligado a outros assuntos, obrigatoriamente.

Falando claro. É errado o descarte econômico dos jumentos por abandono. É errado que autoridades governamentais não aviem soluções e homens práticos aconselhem o abate geral para abastecer zoológicos e penitenciárias. Isto é pior que o sacrifício de crianças deficientes nas sociedades primitivas, porque não é necessário nem compatível com o nível evolutivo atual da sociedade. Os jumentos são dóceis, fortes, eficientes e produtivos. Têm sensibilidades físicas e psicológicas. E, segundo Luiz Gonzaga, "o jumento é nosso irmão".

A visão do progresso econômico, limitada aos aspectos econômicos, recebe críticas. Com razão, é fácil entender que o progresso econômico de um país ou região está ligado a tudo: clima, natureza, extensão da área, tamanho da população, etnia, religião, educação, iniciativa, política e assim por diante. Por isto, há nordestinos que preferem cuidar bem dos seus jumentos e mantê-los na lida apropriada, não se deixando arrastar por ilusões. Preferem não aumentar as estatísticas de dirigir sem habilitação e sofrer acidentes.

O notável educador brasileiro Paulo Freire (1921 – 1997) advertiu que há jeito de pensar errado e jeito de pensar certo. "Pensar mecanicamente é pensar errado. Pensar certo é procurar descobrir e entender o que está mais escondido nas coisas e nos fatos que observamos." O sociólogo francês Edgar Morin (1921) acrescenta: "Para pensar certo é preciso reunir os diversos conhecimentos e não analisá-los separadamente." Outros cientistas alertam que "o pensamento sistêmico permite entender as relações entre diversas áreas do saber".

É difícil pensar correto. Nós somos induzidos a pensar de forma fragmentada. Todos os dias, montadoras de veículos, fabricantes de cerveja, partidos políticos, líderes religiosos, comentaristas de futebol e outros difundem suas mensagens. Cada um com seu foco. A atenção do povo é fatiada. Daí, os arrastamentos. As fixações e as negligências. Não é fácil nos satisfazer sem abrir mão de convicções. Não é fácil manter a lucidez.

Secretária-adjunta de Educação de São Paulo, Emília Cipriano, abre Congresso Internacional

A professora Emília Cipriano (foto), secretária-adjunta de Educação de São Paulo/SP, doutora em Educação e mestre em Psicologia da Educação pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), fará a palestra inaugural do 14º Congresso Internacional de Educação da LBV. Promovido pela Legião da Boa Vontade entre os dias 29 e 31 de julho, na capital paulista, o evento reunirá docentes, estudantes, pesquisadores, profissionais de áreas ligadas à Educação e demais interessados em torno do tema "Pesquisa — Caminho para a aprendizagem significativa: uma visão além do intelecto".

De acordo com as pesquisas da dra. Emília Cipriano, existe na educação um movimento bastante significativo, que é a percepção de que informação não é conhecimento, ou seja, ter um rol de informações não significa que a pessoa conheça. "O conhecimento se constrói quando você tem interação com os objetos do conhecimento", explica.

Ela acredita que a escola tem de ser viva, dialógica, solidária e fazer a leitura das necessidades: "Ter a voz da criança, a voz do jovem, a voz do adulto. (...) Neste momento histórico, temos um papel de tirar os seres humanos da solidão, do isolamento... Muitas vezes, as tecnologias bastante interativas fazem com que o indivíduo acredite muito mais nas interações que ele faz via tecnologia do que nas relações humanas. Nós somos humanos, e o humano tem que se humanizar a cada momento, e isso é fundamental na relação e na construção da sua identidade", ressalta.

Em sua explanação, a proposta é reforçar aos participantes do congresso que a pesquisa deve contextualizar um olhar multidimensional. "Falarei um pouco da pesquisa que não é só a pesquisa acadêmica, mas a pesquisa da vida, da história de vida dessas crianças, a pesquisa relacionada aos diferentes campos do conhecimento. E não só da Pedagogia, da Antropologia, da Sociologia, da Neurociência, (...) como também do professor que vai, cada vez mais, percebendo que não há uma área única que lhe dará respostas, mas que múltiplas áreas vão se cruzar entre si para poder responder", destaca a palestrante.

Os protagonistas da economia, por D. Demétrio Valentini

 
Quando a economia não vai bem, todos se preocupam. Com razão. Pois sem ela a vida vai mal.
Nesse final de semana a tradição popular celebra duas categorias muito importantes da sociedade, os motoristas e os agricultores. Faz parte dos objetivos desta dupla celebração a auto afirmação, tanto dos motoristas, que invocam a proteção de São Cristóvão, como dos agricultores autônomos, cuja história de lutas está muito ligada aos migrantes, sobretudo europeus, que vieram em grandes levas a partir do final do século 19, mas também ao longo do século 20.

O dia 25 de julho se reporta à chegada no Brasil dos primeiros migrantes austríacos e alemães, em 1824. Dom Pedro Segundo, que tinha laços de parentesco com a família real austríaca, incentivou a vinda desses migrantes, que trouxeram consigo a disposição inata para o trabalho, sobretudo rural.

Cinquenta anos depois, foi a vez dos camponeses italianos iniciarem sua saga migratória para "a América". Era assim que identificavam o novo destino de suas vidas. Naquela época, no ideário do povo, o Brasil ainda não contava. Era a "América" que esquentava as fantasias dos migrantes que se aventuravam para o Novo Mundo, na esperança de fugir da grave crise social provocada pela revolução industrial, acontecida no auge do liberalismo econômico.

Entre as muitas ponderações que a complexa realidade da "ordem econômica" levanta, emerge com evidência a interação do poder público com a iniciativa particular.

A economia tem suas leis, que demandam o seu adequado espaço de realização. Ao mesmo tempo, salta aos olhos que a economia encontra sua razão de ser no bem comum, a cujos objetivos ela precisa estar sujeita.

A economia, com sua dinâmica específica, não pode se eximir de sua inserção social. Ela precisa ser conduzida por leis que a direcionam para a sua verdadeira finalidade.

Por isto, a economia está sujeita à política. E a política precisa se guiar pela ética.

Tem sentido a "macroeconomia", que procura definir os grandes projetos, dentro dos quais a atividade econômica pode se realizar, contribuindo assim para o bem comum da sociedade.

Mas, à semelhança dos servidores públicos, que são tão importantes para a boa administração política, hoje dá para destacar a importância dos pequenos agentes econômicos, que exercem com dedicação e competência o seu trabalho profissional.

Neste final de semana, eles estão bem representados nos "motoristas e agricultores".

É a certeza de contar com a laboriosidade destes "protagonistas da economia", que se reacendem as esperanças de que a economia brasileira retome seu dinamismo, e possamos superar a crise em que o país vai mergulhando. O exemplo da dedicação dos motoristas, e do dinamismo dos agricultores, deve servir de estímulo para toda a sociedade. Para que não aconteça que a situação se agrave ainda mais por veleidades políticas. Neste momento é importante que cada um procure fazer o que está ao seu alcance para contribuir para o bem de todos, em especial dos socialmente mais fragilizados.

Na sua intervenção na Assembleia da CNBB, Rubens Ricupero afirmou com muita clareza que a moralidade de um país é medida pela atenção prioritária que ele consegue dar aos pobres.

Cras de Urânia encerra curso de artesanato




 
Nesta segunda- feira, 20 de julho, as 14h no prédio do Centro de Referência da Assistência Social – CRAS de Urânia, aconteceu o encerramento do curso de artesanato, ministrado pela professora Madalena das Graças Fernandes e acompanhado pelas técnicas de referência do CRAS. CO curso contou com a participação assídua de 22 alunas, que aprenderam diversos tipos de bordados entre eles sianinha e fitas.
Houve a entrega dos certificados onde cada beneficiária recebeu um kit com três toalhas de mão e um guardanapo todos bordados pelas próprias alunas.
A primeira-dama e vereadora Marinete Borges Saracuza e o presidente da Mesa Diretoa da Câmara Municipal, vereador Odair Bezerras Dias, o Fião, além da equipe do CRAS estiveram presentes ao evento..
A equipe do Cras enfatiza que o trabalho realizado pelo Cras/Paif com as beneficiárias prevê o desenvolvimento de potencialidades e aquisições das famílias e o fortalecimento de vínculos familiares e comunitários, por meio de ações de caráter preventivo, protetivo e proativo, sempre trabalhando para contribuir na melhoria da qualidade de vida das pessoas.
Sendo assim, agradecemos a participação de todos os presentes.

Municípios devem ficar atentos às novas regras da Lei sobre parceria com entidades do terceiro setor

Mudanças já valem a partir da próxima semana
A Lei nº 13.019/2014, que traz novo regramento às parcerias entre a administração pública e entidades do terceiro setor, começa a valer a partir da próxima semana, dia 27 de julho. A advogada especialista em Direito Público da Conam – Consultoria em Administração Municipal, Isabela Giglio, ressalta que as mudanças trazidas pela Lei são bastante significativas e, por isso, merecem muita atenção e cuidado por parte dos gestores públicos.

"Hoje, no âmbito das administrações municipais, o terceiro setor é grande partícipe na implementação de políticas públicas, notadamente no campo assistencial. Para que as parcerias entre as administrações públicas e organizações da sociedade civil sejam adequadamente firmadas, é importante que os servidores públicos estejam cientes e atentos às novas regras", explica a advogada.

Segundo a especialista, a lei inovou, por exemplo, ao trazer a obrigatoriedade de realização de chamamento público para a seleção das entidades parceiras; introduziu regras objetivas relativas à prestação de contas e também trouxe ideias novas no âmbito da fiscalização, tais como a criação da Comissão de Monitoramento e Avaliação. Além disso, os convênios ficarão restritos às parcerias firmadas entre entes públicos após a entrada da Lei em vigor.
"É fundamental que os Municípios estejam atentos ao novo regramento até porque a sua inobservância configura ato de improbidade administrativa, cuja prática poderá acarretar a aplicação das duras penas definidas pela Lei de Improbidade", conclui a advogada.

sexta-feira, 24 de julho de 2015

País tateia na escuridão,por Gaudêncio Torquato

 
Um véu de incerteza teima em cobrir o espírito nacional, adensando as expectativas, aumentando as angústias e diminuindo a crença nas instituições políticas e sociais. Em quase todos os aspectos da vida nacional, impera a dúvida. Não sabemos até onde irá essa Operação Lava Jato. Até quando o juiz Sérgio Moro continuará a dar as cartas? Até quando o STF fechará o imbróglio que envolve políticos? Ignoramos se as cartas do intrincado jogo de poder serão repartidas entre grupos que defendem o governo e se servirão para administrar as intempéries que assolam as roças da política.

Não sabemos o tamanho da enrascada que consome Estados e municípios. Estamos no início do caos, no meio da crise ou muito longe do fim do túnel? Ninguém sabe, mas todos se aventuram a garantir verdades nesse território que ama construir versões. Ora, Dilma será afastada; ora, Lula movimentará seus exércitos para defendê-la; ora, os tucanos dizem não querer impeachment; ora, dizem ser a favor; ora, as contas do Governo serão desaprovadas pelo TCU e as contas de campanha, idem, pelo TSE. Nada certo.

Nas ruas, nos escritórios, praças e bares, emerge o país lúdico que ri da tragédia e se comove com a comédia. Comédia e tragédia, aqui, se fundem num amálgama que, frequentemente, traduz a falta de racionalidade do nosso povo tropical. As redes sociais se locupletam com sátiras e piadas, algumas de extremo mau gosto. Mas há também graça. A improvisação, o gosto pela aventura, a alma criativa se expandem nesses tempos de recessão econômica. A desconstrução de eixos administrativos montados por governos anteriores passa a integrar o exercício dos governantes que iniciaram sua jornada em janeiro deste ano. E assim cresce o Produto Nacional Bruto do Eterno Retorno.

Os nossos homens públicos mais parecem dândis na escuridão. Não enxergam o profundo caos em que está afundada a imensa maioria da população brasileira. Não são apenas as gritantes estatísticas de violência das metrópoles que assustam. Os assassinatos e assaltos (até de roubo de bicicletas) tornam-se eventos banais. O desemprego ronda as famílias ( são mais de 8 milhões de desempregados) e deflagra ondas de medo, corroendo esperanças. Os serviços públicos continuam a cair de qualidade. Morre-se de doença velha – dengue, por exemplo- em um atestado de volta ao passado. A tristeza se estampa nas filas de pessoas que procuram emprego. As cenas do interior tórrido do Nordeste voltam com intensidade. Repete-se a cosmética de miséria incrustada em nossas mentes.

Para onde foram os bilhões dos desvios da roubalheira? Quem consegue enxergar melhorias nas áreas da saúde, educação, saneamento básico, transportes urbanos, segurança pública? Em alguns Estados, a penúria se instala. Os governos procuram ajustar suas contas. De 27, cerca de 20 estão perto do ajuste. Mas os cofres continuam pobres. Nas ruas, as massas ruminam desconfianças, afastam-se das instituições e de seus representantes, afogam-se em mágoas, perdem-se em ilusões. O Governo Federal deixou de ser a Tábua de Salvação para ser a Caixa de Pandora, cheia de surpresas; dos bons tempos de farta Bolsa Família, só lembranças. Da era do crédito fácil da era Lula, só velhos retratos. A imagem da presidente Dilma afunda-se. Bate em 7% de aprovação. Quando se espera que o governo defenda o rigor do pacote de ajustes, reduz a meta fiscal. Joaquim Levy, o próprio, que defende rigor nas contas, anuncia a desidratação de seu pacote com a redução da meta fiscal para 0,15% do PIB com abate de R$ 26,4 bilhões na receita. A propósito, conseguirá Levy fazer passar pelo congresso o projeto de repatriação de recursos de brasileiros no exterior? De 500 bilhões, conseguira trazer 40? A nova matriz econômica começa de maneira capenga. Onde foram parar as grandes obras do PAC? Caminham lentas. O PT gira tonto pelas ruas do Planalto, sem saber que rumo tomar.

Descalabros emergem todos os dias, ganhando espaços midiáticos, a partir das trombetas de Curitiba. O torto, o errado, o inusitado, o roubo, as negociatas que fariam inveja a Tio Patinhas já não mais comovem. De tão rotineiras, amortecem nosso espírito. Sem perspectivas e sem crenças, o povo acaba banalizando a criminalidade. Que se expande. Um estado catatônico se instaura. Matar virou um ato de rotina. A morte é um evento que não mais comove.

A grandeza de uma Nação não é apenas a soma de suas riquezas materiais, o produto nacional bruto. É o conjunto de seus valores, o sentimento de pátria, a fé e a crença do povo, o sentido de família, o culto às tradições e aos costumes, o respeito aos velhos, o amor às crianças, o respeito às leis, a visão de liberdade, a chama cívica que faz correr nas veias dos cidadãos o orgulho pela terra onde nasceram. A anulação de alguns desses elementos espirituais faz das Nações uma terra selvagem. O país tateia na escuridão.

NOTAS

1 BILHÃO NO LIXO
O Brasil desistiu de construir um foguete com a Ucrânia. O projeto já consumira 1 bilhão de reais. País perdulário.

DESPERDÍCIO
Como um País se dá ao luxo de ver 3% de sua safra perdida por causa da péssima condição das estradas? Como se pode deixar cair no ralo R$ 10 bilhões por ano em razão da calamidade do sistema viário? A malha viária, de 1,7 milhão de km, tem apenas 165 mil pavimentados e, destes, 80% são classificados como regulares e ruins.

MIRO VIU
Miro Teixeira viu como nasceu o mensalão. Do alto do respeito que lhe confere a posição de deputado mais longevo, Miro disse, semana passada, que participou, como ministro, de uma reunião em janeiro de 2003, com Palocci e mais duas pessoas no Palácio do Planalto. Quais? Não quis dizer. Ali se decidiu sobre o mensalão. Miro garante que viu a vertente financeira vencer a vertente política. Por que Sua Excelência ficou calado todo esse tempo?

PRISÃO
Outra pergunta que os advogados fazem com frequência: por que os indiciados passam tanto tempo presos? Depois de seus depoimentos, é necessária a continuidade da prisão? Eles ameaçam a segurança pública? Livres, destruiriam provas? Não poderiam responder em liberdade às acusações? Ou será que há alguma taxa cobrada pelo Estado-Espetáculo para administrar esses casos?

Gaudêncio Torquato, jornalista, professor titular da USP é consultor político e de comunicação. Twitter: @gaudtorquato



Sancionada lei que obriga estádios a terem cadeiras numeradas para os torcedores

Deputado Carlão Pignatari é um dos autores da lei  que visa dar  mais segurança à torcida


O governador do Estado de São Paulo, Geraldo Alckmin, sancionou a lei nº 15.868, que dispõe sobre medidas que visam a segurança e o conforto dos torcedores nos estádios de futebol. Em seu artigo primeiro, a lei determina que “nos jogos de futebol profissional das divisões principais dos campeonatos oficiais de âmbito nacional ou estadual, realizados nos estádios localizados no território do Estado, todas as cadeiras serão obrigatoriamente numeradas”.

A lei teve origem no projeto de lei nº 625/15 e tem como um de seus autores o deputado Carlão Pignatari, líder da Bancada do PSDB na Assembleia Legislativa.

O disposto, entretanto, não se aplica aos locais já existentes para assistência em pé, nas competições que a permitirem, limitando-se, nesses locais, o número de pessoas, de acordo com critérios de saúde, segurança e bem-estar.

Um fato importante, de acordo com o deputado Carlão Pignatari, é que “poderão ser reservadas áreas específicas às torcidas organizadas”, porém, essas “áreas não podem exceder a 20% da capacidade total do estádio onde será realizado o evento”, comenta.

Diz ainda que “a venda de ingressos não numerados ou que não correspondam a cadeiras numeradas, ensejará ao torcedor o direito de obter a restituição imediata do valor pago pelo ingresso”. Carlão comenta que “os clubes e entidades esportivas que não cumprirem o que dispõe a lei poderão ser punidos com advertência, multa, suspensão de repasses de verbas públicas ou incentivos fiscais estaduais por até seis meses”.

“Esta é uma prática que já existe nos campos de futebol, porém não vem sendo observada tanto pelos organizadores quanto pelos torcedores. É preciso que haja uma compreensão de todos para que a segurança predomine nos estádios”, conclui o deputado Carlão Pignatari.

quinta-feira, 23 de julho de 2015

Deputado André do Prado e autoridades jalesenses apelam ao Governador Geraldo Alckmin por investimentos na cidade

Acompanhado do prefeito Pedro Callado, da primeira-dama do Lúcia Helena, e do vereador Tiago Abra, e o procurador do Município de Jales. Marcio Arjol, o deputado estadual André do Prado, líder do Partido da República na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo, solicitou ao governador Geraldo Alckmin que destine mais investimentos governamentais ao município com o intuito de atender as demandas da população jalesense nas áreas de Habitação, Saúde, Educação, Esportes e Segurança Pública.

Segundo o parlamentar, Jales necessita de investimentos por causa de sua importância dentro do Noroeste Paulista, região administrativa a qual pertence. "O município possui uma população estimada em 50 mil habitantes e representa um elo importante para atendimento de saúde dentro do Noroeste Paulista. Atualmente, existe um déficit habitacional que precisa ser analisado com carinho por parte das autoridades estaduais no sentido de ser zerado, entre outras demandas que apresentamos ao nosso Governador Gerado Alckmin", comenta o deputado André do Prado.

O prefeito Pedro Callado, aproveitou para destacar a importância da parceria que o município está iniciando junto ao deputado estadual André do Prado.

Por sua vez, o vereador Tiago Abra entende que o trabalho do deputado André do Prado irá beneficiar o município de Jales e as cidades vizinhas, que também compõem o Noroeste Paulista.

O deputado André do Prado classificou como produtiva a conversa com o governador Geraldo Alckmin. "O Governador Geraldo Alckmin é sensível aos pedidos que sempre apresentamos a ele. Desta vez, não foi diferente. Tenho que certeza que no tempo oportuno a população de Jales será contemplada com os sonhados investimentos estaduais", conclui.

Ainda, o deputado André do Prado se comprometeu em acompanhar a tramitação das solicitações feitas ao Chefe do Poder Executivo Estadual. Em breve, o parlamentar paulista irá agendar uma reunião com o secretário estadual da Habitação, Rodrigo Garcia, com o intuito de solicitar investimentos para a construção de moradias.